• Richardson Garcia

crescendo - Capitulo 20

***Possui Sexo neste Capitulo***

Eu de sapatenis e calça de moletom, e uma camiseta branca, fui no básico, rsrs.

É talvez eu não gostasse da festa, quando vi que era tipo uma Quermesse, são festas organizadas pela igreja com apoio da comunidade.

Era em uma praça da pequena cidade, um lugar até grande. Tinha uns brinquedos mais afastados, dos dois lados, várias barraquinhas de comidas e bebidas típicas, e no meio mesas e um palco onde tinha uma dupla cantando, músicas pedidas pelo público.

Esqueci de falar, mas Marcos e Pamela vieram conosco no carro.

Quando chegamos eu fui comprar algo para beber, o Marco procurar uma mesa, e não vi o Thales.

- Moça qual cerveja você tem aí? – Pergunto em uma barraca.

- AI MEU DEUS. – Grita uma garota do meu lado, quase fiquei surdo.

Eu olhei com cara de espanto;

- Ta falando comigo?

- Sim, Lucas não é?

- Sim.

- Ai, eu te amo, sigo você tem muito tempo... – E papo de fã.

E eu me sentindo em casa, umas quinze pessoas olharam o barulho que a garota fez, e eu lá curtindo.

Voltei procurando a mesa onde os meninos estavam, e me sentei com um sorriso de orelha a orelha;

- Amei esse lugar. – Digo sentando. – Ganhei cerveja de graça.

- Você é menor de idade. – Thales diz pegando a garrafa de mim.

- Vou me comportar papai.

- Ai, Lucas, tira uma foto comigo e minhas amigas?

- Claro.... As pessoas me amam aqui. – Falo fazendo careta para ele.

Os três me olhando com raiva;

- Thales tira foto ai para as meninas, ajuda cara. – Falo provocando.

Cara isso de fotos e bebidas de graça foi a melhor coisa, nossa mesa estava cheia de “mimos” das pessoas, e todo mundo já sabia que eu estava lá, e sei que não sou grande coisa, mas estava aproveitando.

- Mano todo mundo fica olhando para nossa mesa. – Thales comenta.

- Que foi? Está sentado com uma celebridade Thales, tem que ficar feliz. Vem falar que é tímido.

- Lucas você tem três milhões de seguidores, e acho que metade está nessa festa... E sim, sou tímido.

- Eu estou gostando, comer de graça é sempre bom. – Pamela comenta.

- Viu ela está gostando.

E eu até que estava de boa, mas não pude perder a oportunidade, serio mesmo, vocês não vão acreditar no que aconteceu em seguida.

Estávamos bebendo e conversando quando o cara do microfone diz;

- Eu estava na minha mesa com minha família e vi um tumulto em uma mesa de uns garotos, minha filha toda animada, e perguntei a ela quem era, e senhoras e senhores temos uma celebridade aqui na festa da nossa comunidade hoje, Lucas Valvassori... Lucas levante-se por favor.

- Pelo amor de Deus! – Thales diz abaixando a cabeça.


#Thales



Em nível de vergonha essa noite está em primeiro na minha lista.

O cara falando do Lucas, e ele ao invés só de levantar, e agradecer, não, gente ele foi até o pequeno palco.

Pegou o microfone, agradecendo o carinho e tudo mais;

- Ele é meio doido né Thales?

- Marcos, ele é biruta das ideias, gente do céu...

Eu digo escondendo a cara.

- (...) Pode deixar que eu faço esse leilão aqui para vocês.... Mas vou pedir um favor.... Quero que todos em ajudem a parabenizar o meu melhor amigo, Thales... Thales Deummond levanta aí, Meu parabéns cara, obrigado por ser mais que amigo um irmão... ME ajudem, Parabéns pra você...

Eu me levantei, ficando encostado na mesa para não cair, estava tão vermelho, tremendo de vergonha. E Marcos e Pamela estavam chorando de tanto rir, até o Lucas rindo lá do palco. O que eu poderia fazer, afinal ele estava com o microfone, e ninguém me ouvia, eu fiquei calado batendo palmas.

Lucas ainda fez um leilão para eles... com algumas doações para a igreja e ele lá anunciando arrematando os lances para os moradores e convidados.

Para completar até na hora de ir embora, tinha gente chegando em mim e me parabenizando. Nesse ponto eu já tinha entrado na brincadeira, nossa não tinha como resistir mais, era “maior” que eu.

- Aqui, vai dirigindo você Thales... Cara sério, melhor noite da minha vida.

- Cala a boca Lucas.

- Mano tinha que ver sua cara.

- Aff, odeio você.

- E os meninos, não vão embora conosco?

- Não, os pais deles chegaram, vão ficar aí. Coloca o sinto.

No caminho ele respondendo os Stories, e rindo dos comentários;

- Cara eu não sei o que tinha naquela bebida que me deram, mas estou muito relaxado. – Lucas diz espreguiçando.

- Você tomou uma garrafa somente.

- Pois é cara.... Sabe, eu viveria aqui tranquilamente.

- Agora gosta de Angra?

- Sim, rsrs. JK nem está fazendo falta.

Chegamos em casa por volta de duas da madrugada. Todo mundo dormindo e subimos devagar e com bastante cuidado.


#Lucas


No quarto fechamos a porta, o Thales foi no banheiro e demorou um pouco, eu tirei minha roupa e fiquei debaixo do cobertor até ele sair.

Estava até pescando no ar, ele sai somente de bermuda, aquelas samba canção e deita, eu entro no banheiro, escovo os dentes e volto ao quarto.

Ele estava deitado já;

- Esqueci de pegar outro cobertor no quarto da minha mãe. – Thales comenta se ajeitando.

- De boa, não sinto frio.

- Está esfriando agora a noite, essa madrugada você estava tremendo ai, se não fosse eu, iria adoecer. – Ele comenta enquanto eu apago a luz.

- Oh gente que dó, cuidando do namorado. – Digo deitando na cama.

- Aff, cala a boca Lucas.

- Vou me cobrir, Thales, pode deixar.

Com o barulho e zumbido somente do grilo ao lado de fora, peguei no sono, mas coisa rápida, sabe quando você somente fica adormecido.

Eu meio que abro os olhos e a claridade da lua deixa o quarto todo “claro”. Vejo o Thales, deitado virado para o meio da cama, com a mão no rosto, cobertor na altura da cintura, ele estava dormindo como um anjo.

Acho que fui contra todos os meus princípios, me aproximei dele, sentindo o seu corpo, depois mais um pouco, até aproximar meu rosto e sentir seu cheiro.

Minha mão estava em sua cabeça, pouco atrás da orelha, sentindo seu cabelo. Deixo o rosto próximo, sentindo seu nariz no meu, sua respiração na minha. Puxo o cobertor na altura dos seus ombros e fico sentindo ele.

Fecho os olhos por um momento, e abro novamente, mas dessa vez ele estava me olhando, sua respiração ficou mais forte, minha mão veio pelo seu rosto, passando os dedos em seus lábios, e ele imóvel, somente me olhando.

Não resiste em beijar ele, aproximo os lábios, sentindo os seus, e seu calor, então sua língua, brincando com meus dentes em seu lábios inferiores, até Thales estar na minha, com pegada e desejo.

Eu puxo ele então para cima de mim, mano só com aquele cobertor, aquele corpo quente sobre mim, eu nem sabia onde colocar a mão, o quanto gostoso ele era.

Nós viramos, e eu ficando em cima dele, foi a primeira vez que sinto o volume na cueca de Thales. No calor do beijo, seguro suas mãos embaixo do travesseiro e beijo seu pescoço, subindo até a orelha, fazendo ele gemer de tesão.

Tudo que eu sabia sobre sexo, toda a experiência que eu tinha, mesmo sendo pouca foi por agua abaixo. O que estava sentindo ali, naquele momento era diferente de tudo, que senti ou que vive.

Thales tinha uma pegada diferente, meio que me deixava hipnotizado, e eu me envolvendo no momento.

Seu beijo era viciante, sua linga brincando entre dentes e lábios, suas mãos, percorrendo minha boca, meu rosto, até entrarem dentro da minha cueca, nesse eu duvidei da história de “virgem”, pois foi uma pegada e tanto.

Eu me sentei tirando minha roupa, e eu pensando em Thales estar fazendo o mesmo, ele parado, com a cabeça no travesseiro me olhando, eu massageei meu membro olhando para ele, que abriu um sorriso e volto a cama.

Aproximo apoiado nos braços, volto beijando sua boca, e descendo, passando pelo pescoço, volto no queixo e desço no abdômen grande de Thales, brinco passando a língua e descendo por sua barriga, e ele se ajeita no travesseiro.

Coloco as mãos por baixo de sua bunda, puxando a cueca para baixo, liberando seu membro. Comecei a chupar Thales, e acho que ele estava um tempo sem se masturbar, pois era encostar e ele gemia forte. Mas não, ele tem uma sensibilidade massa na altura da glande.

E eu curtindo pois ele gemia gostoso demais, caramba, era um tesão. Seu membro não era dos maiores, mas pouco grosso, e eu com dificuldades para chupá-lo. Descia com a língua em sua virilha, mordia sua coxa, tirando sorrisos de Thales, e voltava a chupar ele.

Thales se levanta e senta em meu colo me beijando, acabo deitando com ele apoiado nos joelhos sobre mim, segurando meu rosto e beijando.

Foi então que levei a mão em sua bunda, analisando enquanto ele me beijava, e caraca é lisinha, macia, nossa fiquei louco com ele sobre mim.

Mas de forma “natural” no beijo e nos amassos, fico brincando com meu membro, forçando aos poucos, e ele cedendo. No calor do momento, consegui aos poucos ir introduzindo em Thales sem ele reclamar tanto, até porque perder o cabaço assim é paia.

Mas foi, no pelo, e no cuspe!

Eu fui com bastante calma, e ele sentou de jeito, ficando mais confortável com a posição.

Coloco o travesseiro, ficando apoiado com o Thales meio que “cavalgando” em mim, subindo e descendo bem devagar, na boa, eu que fiquei ligado para não gozar. Pois metendo naquela posição e beijando aquela boca, sentindo ele por inteiro, caramba.

Percebendo que se acostumou, seguro em sua perna, e troco nossa posição, deixando ele de frango assado, mas ficou meio que desconfortável para Thales.

Então ele ficou de quatro, sacanagem para mim que estava no limite de gozar, ter aquele homem da porra de quatro, só para mim. Coloquei novamente e uma das pernas na cama, cara era surreal minha visão, aquelas costas, eu até mordia suas costas, e puxei seu cabelo algumas vezes.

Thales relaxado e curtindo o tesão me deixou louco, com a bunda bem aberta e empinada, caralho. Ele subiu ficando de joelhos e beijando minha boca, foi inevitável não gozar, e foi gostoso, cara!

Tiro meu cassete de Thales, que se levanta me beijando, os dois pelados de pé naquele quarto, e eu com as mãos em sua bunda;

- Se soubesse que era gostoso assim eu não iria em festa, ficaria aqui só metendo em você.

- Rsrs... Até que não foi tão ruim.

- Tão ruim?

- Primeira vez, eu curte.

- Tu me deixou louco cara. – Falo jogando ele na cama.

Ficamos em uns amassos ali e depois entramos no banho, na agua quente ele entrou primeiro, e depois eu, ainda duro, rsrs.

Eu não de onde, mas nos beijos no banheiro o Thales me deu uma pegada, daquelas fortes, um beijo longe que me deixou sem folego, se eu soubesse onde isso iria terminar, não continuaria.

Pois bem, eu deixei me envolver naquela boca, naquelas mãos, e naquele cara. Suas mãos passando pela minha coxa e bunda, enquanto a mão ainda estava massageando meu membro, caramba.

- Se você é virgem eu sou garota Thales. – Falo rindo.

- Tive tempo de treinar sozinho. – Thales responde sorrindo.

Mano nesse encanto de amassos com Thales, ele estava me dedilhando, depois eu estava de costas.

Thales me segurando tipo uma chave de braço, com mãos em meus cabelos, naquele chuveiro quente, eu mesmo posiciono ele para me penetrar.

Demorei pouco mais que ele, mas me deixei levar, e logo estava com o membro de Thales todo em mim.

Ele me solta, deixando eu ficar pouco curvado e ele bem devagar forçando um vai e vem, que até então eu não desconhecia.

Aproveitando e me masturbando, ele não demorou para gozar, na real, Thales foi mais de boa que eu, afinal, peguei o cara de quatro, e ele não deixou por si.

Meio que gozamos juntos, e eu pela segunda vez. Quando terminamos esse banho, eu estava morto.

Na boa, e pouco assado também, rsrs.


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