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Clichê - Terceira Temporada - Cap. 53

Ficamos os cinco até tarde da madrugada, conversando, rindo, e falando besteira.

Nisso foi praticamente quase uma garrafa por pessoa que ali estava;

- (...) Kleber sua vez de buscar outra. – Guto me entrega a garrafa vazia.

- Eu vou. – Pego a garrafa me levantando. – Mas vou no banheiro primeiro.

No corredor para a cozinha tinha um banheiro, eu deixei a garrafa ao lado de fora da porta e entrei, mas sai rapidamente, quando olho, ela não estava no chão, pensei comigo. “Será que tem empregados acordados essas horas”.

Cheguei na cozinha olhando os armários, e nada, então tinha uma porta aberta em um canto, na madeira o desenho de uma garrafa, imaginei ser a adega.

Tinha uma escada de madeira, e estava escuro, eu fui descendo e tentando ver algo, pensei, vou pegar a garrafa mais perto e sair daqui.

Eu não tinha visão de um palmo a minha frente, somente a claridade nas minhas costas;

- Eu já peguei. – Escuto uma voz na minha frente.

Mano eu cai no chão de medo.

- Filho da puta! – Xingo.

Heitor vem me ajudar, eu tremia;

- Porque não ligou a luz?

- Estou bêbado, não sei onde tem luz aqui, que susto da porra.

- Vem, te ajudo. – Subimos as escadas comigo apoiado nele. – Aff deixei a garrafa. – Ele volta.

Eu peguei um copo de agua e estava bebendo, quando ele volta;

- Tudo bem.

- Olha. – Mostro a mão tremula.

- Queria te parabenizar pela premiação, e por ter conquistado seus objetivos dentro da empresa. – Ele começa a abrir a garrafa.

- Obrigado, devo boa parte a você.

- Você mereceu. Mérito seu. – Ele me entrega ela.

- Obrigado. – Digo olhando em seus olhos.

Heitor vem com a mão em minha cintura, e se aproxima vagarosamente, seu corpo no meu e seu rosto no meu, ele ficou a milímetros, mas não me beijou, não fez mais nada, deixou para que eu mesmo tomasse a atitude.

Beijei ele, indo com uma das mãos em seu braço, ele se afasta me olhando;

- Isso não muda nada. – Eu falo, olhando em seus olhos.

Ele vem me beija novamente, segurando com ambas as mãos em minha cintura, a apertando e me fazendo sentir sua língua.

Eu com uma das mãos nele e a outra com a garrafa, apoiada na bancada.

Mano Guto puxou a garrafa sem eu ver, e eu estava com ela em minha mão. Quem viu foi Heitor, que olha e para na hora.

Eu olho muito sem graça, ele pega a rolha e fala;

- Ótima escolha. – Guto sai.

Eu me viro para seguir ele e Heitor me segura;

- Kleber espera. Não consigo mais.

- Heitor, por favor.

- Por favor, você, olha para mim! Eu já sofri o suficiente, e já paguei o que eu fiz. Me escuta, nada está mais dolorido do que ficar longe de você.

- Olha... – Eu iria falar e ele me beija novamente.

Me pressionando e colocando contra a bancada, descendo sua boca em meu pescoço, eu não sei se foi o vinho que o Guto escolheu, mas estava fazendo uma puta diferença, ou ele subiu rápido demais para a mente.

- Heitor para! – Eu empurro ele.

- Você quer que eu pare? – Ele fica com o rosto no meu, testa com testa.

Seu cabelo ia nos olhos, sua respiração vinha em mim, suas mãos não me soltaram, minhas mãos em seus ombros, e seus olhos de desejo.

Sem responder, ele passa a mão me subindo e colocando na bancada, mais próximo ainda de seu corpo.

#Guto

Ao voltar, os meninos perguntam de Kleber e Heitor;

- Heitor subiu, e Kleber foi embora.

- Aí acho que vou também, meu Deus. – Luan se levanta.

- Não, você vai dormir aqui, está tarde, você está bêbado.

Helena briga com ele.

É claro que terminamos o vinho, rsrs, e depois subimos para dormir.

Como deitamos tarde, assim que acordei, eu liguei para a cozinha, tentar falar com Raquel;

- Bom dia.

- Bom dia, Heitor já desceu?

- Não senhor, somente a senhora sua mãe.

- Raquel, por favor, mande preparar o café da manhã de Heitor e Kleber e envie para o quarto do meu irmão por favor. Bata na porta e deixem eles a sós.

- Tudo bem, vou preparar.

- Obrigado.

Helena meio que geme, acordando do meu lado;

- Bom dia amor da minha vida. – Falo passando a mão em sua coxa e subindo até sua bunda.

Ela passa a mão no rosto, tirando o cabelo;

- Bom dia.... Que história é essa de café no quarto?

- Depois te conto, rsrs.

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