• @rgpatrickoficial

Clichê - Terceira Temporada - Cap. 40

- A culpa do copo foi minha, eu estava limpando e....

- Não importa Raquel, comece a trocar todos copos, talheres, pratos, não quero vidros, porcelanas, nada que possa causar mal a ela, e agora temos o Kalleb também.

- Guto a louça utilizada na casa é caríssima.

- Raquel, você me entendeu? Faça isso. Irei pedir uma equipe especializada para vir olhar a casa, e também um arquiteto, por causa da parede de vidros da sala.

- Sim, senhor.

Helena chega atrás de mim, na porta falando com Guto, com a mão em meu ombro;

- Guto, vai para o jogo ainda?

- Sim, marcamos com o Caio.

- Não mano, relaxa, não precisa se preocupar, pode ficar com ela.

- A crise é normal em pessoas no quadro dela Caio, relaxa. Eu vou mano é importante para você.

- Ela está bem, eu irei ficar com ela, e como já está medicada, agora só acorda amanhã, podem ficar tranquilos. – A enfermeira fala me olhando.

- Mano se estiver bem, ok, caso contrário, não tem problema.

- Eu vou Caio, pode ir se arrumar Helena, passamos na sua casa, Julia vai? – Ele pergunta.

- Sim, vou descer e falar com ela.

- Eu vou embora então. – Helena se despede.

Nos descemos juntos e fui falar com a Julia, quando cheguei no seu quarto a porta estava fechada, bate algumas vezes;

- Entra.

- Oi.

- Oi Caio. – Ela vem me abraçar.

Dou um beijo nela;

- Como Dona Nice está?

- Bem, dormindo, Guto disse que é normal essas crises.

- Espero que ela fique bem, me assustei com o Kalleb.

- Eu me assustei com o Alarme, rsrs, Guto não havia me falado. Já falei com o Guto, vai no jogo hoje né?

- Caio desculpa, mas não estou boa para ir em jogo hoje.

- Julia é o primeiro da temporada.

- Eu fui carregar essas roupas e agora estou com muita cólica.

- Tomou remédio?

- Sim a enfermeira me deu um, se melhorar eu vou.

- E o Kalleb?

- Ele vai depois.

- Não, vou pedir o Guto, você deixa?

- Sim, deixo, mas tem que ver se ele leva né.

- Beleza.

Por causa da hora, não pude ficar muito com a Julia, e Guto sim, iria levar o Kalleb.

Eu sai da mansão direto para o centro de concentração do time, entramos no ônibus seguindo para o estádio.

Minha mãe assim como Julia iriam assistir de casa. Por enrolar um pouco no clube, quando eu cheguei o Guto enviou mensagem dizendo estar chegando também.

Nós entramos, e nos trocamos, no vestiário, o treinador fez uma breve reunião, e falou algumas palavras.

A gente saiu para aquecer, e quando eu voltei minutos antes do jogo, o Guto desceu com o Kalleb.

Porque eu prometi a ele que iria entrar com ele no campo um dia. Kalleb me cobra isso tem anos já.

A maior parte do time foi pegar uma agua, outros no banheiro por ser a última hora. Havia umas crianças que entrariam em campo de lado, e Guto aponta no corredor se aproximando, com Helena, Kalleb, Camilo e Matheus.

E gente, para tudo para a Helena, que mulher era aquela.

Estava com uma blusinha, acho que se chama “Cropped”, de tom rosa, toda de renda, com alças bem delicadas, uma bermuda jeans clara, e bem curta, o cabelão curto e de tênis.

Augusto PUTO da vida, cara de bravo, usando uma camiseta do Brasil e calça jeans. E Kalleb todo feliz, e vestido com chuteira e o uniforme do time que comprei para ele;

- E ai, mano! – Cumprimento o Guto. – Vem aqui botafoguense. – Falo pegando o Kalleb. – Você não disse que viria de calça?

Falo rindo com Helena;

- Resolvi mudar, que achou? – Ela dá meia volta.

- Que você está super gostosa.

- Obrigada, porque seu amigo está bravo comigo.

- Eu também não deixaria mulher minha sair assim não.

- Sorte dela que temos dois seguranças, eu não vi ela entrando no carro pelada assim.

- Escuta aqui vocês dois. – Ela aponta para nós. - E vocês também. – Helena olha para Camilo e Matheus. – Está para nascer o homem que vai falar o que eu posso ou não vestir.

- Viu não falo mais nada, estou puto com ela, brigando desde que desci do carro. – Guto fala.

- Que você acha Kalleb? – Pergunto.

- Que ela está bonita.

A gente sorri e ouvimos o sinal para entrar;

- Vão esperar? – Pergunto.

- Sim, pode ir. – Guto responde.

- Posso ver do gramado? – Helena pergunta.

- Acho que sim, posso ver para você.

- Quer ir no meio de campo também? – Guto fala.

Gente o clima estava mais para hilário do que pesado, porque Augusto é um homão da porra. E Helena é uma mulher da Porra também, e muito difícil, o mais massa era que ela que mandava, e ele fica louco com isso.

Eu falei com um amigo e autorizou ela a entrar, eles entraram na verdade, os quatro.

Fiquei dez minutos aguardando no túnel para entrar com o Kalleb no colo e desiste, serio, ele está muito grande. O coloquei no chão e entrei segurando em sua mão.

Uma cena fortíssima que tenho em mente, é quando entramos, o olhar dele para toda aquela imensidão, de gritos e pessoas. Ele ficou extasiado.

#Augusto

O Kalleb faltava pular de felicidade, a carinha dele era hilária gente, de tão fofa.

Ele mandou beijo para a gente, e tchau para a plateia. Durante o hino nacional, a câmera passando nos jogadores e depois ela fica parada mais afastada.

Kalleb corre das mãos de Caio vindo para nosso rumo, eu abaixo e pego ele no colo;

- Que foi?

- Nada.

Quando ele responde, a Helena me cutuca nas costelas, mano estávamos no telão do estádio.

Tudo bem, eu com o Kalleb no colo, eles mostraram acho que porque ele correu, não sei porque razão. Mas estava mostrando a Helena para 30 mil pessoas.

Vocês não fazem ideia da quantidade de assovios que ouvimos, era um coral de um estádio. Isso por sete segundos no telão.

Caio no campo estava rachando de rir da minha cara de idiota;

- Acho que podemos subir senhor? – Camilo fala.

Seguimos para os camarotes, e até lá em cima onde passávamos era palmas para Helena. Piadas sem graça e uns marmanjos brincando;

- A ideia de entrar no gramado foi foi das melhores Helena. - Camilo comenta.

- Desculpa, eu não sabia que ficaria assim.

- Sem problemas ficamos mais atentos o resto da noite tudo bem?

Entramos e bem mais tranquilos, nós servimos de alguns comes e bebes, o Kalleb estava com a Helena, eles fizeram um prato e foram para o espaço reservado na arquibancada, o jogo logo iria começar;

- Ei, comem, fiquem tranquilos, viemos para curtir o futebol. - Falo aos dois.

- Estamos trabalhando senhor.

- Camilo pega uma cerveja. E vamos assistir o jogo.

Cheguei no vidro olhando os dois juntos e Matheus vem atrás comentando;

- Ela não fez por mal!

- Eu sei, não a culpo, só fico bravo com ou comentários.

- Vamos.

Descemos, nós sentado, eu ao lado dela e os dois nos bancos de trás, o Kalleb estava de pé segurando no parapeito.

Eu estava sim bravo, mas com o começo do jogo me distraiu, graças a Deus Caio estava jogando bem, e nos como amigos estavamos bem felizes.

Kalleb estava de pé no parapeito, comigo segurando seu corpo, os dois gritando e desesperados.

Helena sentada com o Matheus e Camilo depois de duas cervejas Puto da vida.

Ele é Botafoguense e estavam perdendo.

- Eles estão perdendo? - Kalleb pergunta.

- Sim, falta pouco pro final.

- VAI TIO!

- Aquele zagueiro é cego CARA...MELO. - Eu e Kalleb olhamos pro Camilo.

Ele estava o mais engraçado de nós, puto e não podia xingar por causa do Kalleb

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