• @rgpatrickoficial

Clichê - Terceira Temporada - Cap. 33

O Kleber havia acabado de chegar do trabalho, e veio falar comigo;

- Atrapalho?

- Não, pode falar. – Falo deitado no supino.

- Guto vai querer mesmo parar com o projeto do As-72?

- O helicóptero?

- Sim.

- Vou – Me sento, pegando agua. – Todos os projetos paralelos serão parados.

- Tudo bem, não sei como o concelho vai agir, mas...

- Mas nada cara, você dá ordens eles respeitam.

- Odeio admitir, você está certo, vou preparar então a apresentação de amanhã. – Ele se levanta para sair.

- Tudo bem, Helena vem aqui hoje, pensei em dar carta branca para a coleção, que você acha?

- Eu confio no trabalho dela sabe, só que não entendo muito de moda Guto.

- Vou falar com a minha mãe.

- Sim, mostra o projeto a ela.

- Sim.

Terminei meu Cárdio, e subi antes de escurecer pulei na piscina, por causa do calor.

Para sair da piscina minha mãe que trouxe a toalha;

- Vai resfriar entrando essas horas. – Ela estica a mão.

- Obrigado! Mãe hoje a Helena vai trazer uns trabalhos para a senhora olhar tudo bem?

- Sim, vou ver se tenho hora na minha agenda. – Ela sai toda convencida.

- Tudo bem.

Me sequei, colocando um roupão e subindo para tomar um banho.

#Helena

Já não estava gostando dessa história de presidência, pois Luan separou uma pilha de documentos para serem assinadas pelo Guto, tive que esperar até por volta das sete da noite, para poder levar.

Bem, ainda passei em casa para pegar uns trabalhos para conversar com a dona Nice.

Cheguei na mansão por volta de oito e meia da noite, com Augusto puto comigo.

Um dos rapazes que estava ao lado de fora, me ajuda com os papeis, e vou entrando, a Raquel já diz;

- Estão no escritório, te esperando.

- Obrigada.

Desço as escadas, com os três, sentados, no sofá que havia, tomando vinho, Kleber, Guto e Nice que estava no seu lindo e pelo chá.

- Não briguem comigo, a culpa é do Luan, que demorou muito. – Falo colocando os papeis na mesa. – Obrigada querido.

- Pensamos que havia se perdido. – Dona Nice fala.

- Me perdoa, serio, desculpe.

Ela se senta na mesa, e eu ao seu lado, o Guto senta na mesa e o Kleber mais afastado com seu computador.

O Guto foi assinar e analisar os documentos que eu havia trazido, e Kleber parece que fazendo alguma apresentação, pois eles sempre conversavam algo.

Usando toda a mesa, eu e dona Nice;

- Filha, está vendo essa sequência, são uns cortes idênticos, essa saia, o vestido, e a jardineira. Usa esse mesmo tecido aqui...

Fiquei com ela um tempo, até o Kleber se despedir indo dormir. A Dona Nice foi na sequência.

Eu comecei a juntar os desenhos, e Guto estava ainda na pilha de papeis, lindo gente, de óculos, torcendo o pescoço de estar um tempo na posição, as vezes estralando os dedos.

De bermuda e blusa de manga longa com abertura em zíper, e sua taça de vinho de lado;

- Como foi hoje? – Ele pergunta sem me olhar.

Eu da mesma forma, arrumando os papeis;

- Sabe que foi estranho, todo mundo se preparando para o desfile, tentando tirar o atraso e agora correr atrás do prejuízo.

- Não está bebendo? Aceita? – Ele vira o restante da taça.

- Não comi ainda, não é uma boa ideia.

- São dez da noite.

- Eu estava trabalhando Guto.

- Raquel, prepare um sanduiche para Helena, e um suco por favor. – Ele fala em um tipo de secretaria eletrônica.

- Cinco minutos Augusto.

- Eu não quero.

- Pois agora vai comer.

Olho de lado, já brava com ele.

Eu jantei né, e com minha parte finalizada, fui ajudar ele. Eu conferia do que se tratava o documento e ele assinava;

- (...) Estava hoje falando com o Kleber e você terá Helena carta branca para a nova coleção.

- Tudo bem, obrigada, mas que isso significa?

Ele abre um sorriso tirando os óculos;

- Significa que você pode fazer o que quiser.

- Ué mas eu já não posso?

- Não.

- Para que serve isso de Presidente então?

- Você tem ideia do custo de uma coleção?

- Sei que é cara.

- Helena, depois de todas as peças aprovadas, as fabricas trabalham disponíveis para a coleção. E distribuem para todas as lojas e filiais no mundo. Imagina se uma peça dessas não vender? Por isso precisamos até da aprovação do concelho.

- Mas já falou com eles?

- Não, estou lhe dando essa carta, porque minha mãe parece que irá conseguir ajudar no que conseguir.

- Hum entendi.

- É o último?

- Sim.

- Minha mão está doendo. – Ele deixa a caneta.

Guto vira vinho em sua taça e o restante na minha;

- Chega estou bem.

- Mais para mim. – Ele vira o resto em sua taça.

Me levanto arrumando os papeis, Guto afasta a cadeira e diz me olhando;

- Sabia que terá que andar com seguranças né?

- Eu? Porque?

- É presidente agora, e está no seu contrato.

- Eu não assinei contrato.

- Mas vai assinar! Norma do concelho, guardar e proteger a integridade física de seus dirigentes.

- Serio isso?

- Sim.

Guto termina a taça e se levanta, ele vem até mim, encostando na mesa e faz carinho em meu cabelo;

- Você não estava com essa roupa essa manhã?

- Guto não tive tempo de ir no banheiro desde que foi naquela grife. E juro que depois de saber dessa história de segurança, estou começando a repensar meu sonho sabe.

Ele abre um sorriso e passa a mão em meu cabelo, beijando meu pescoço, segurando minha cintura;

- Guto, não tomei banho, para, e está tarde.

Ele me vira, segurando firme em minha cintura, e me olhando;

- Não sei se você sabia, mas nessa casa tem agua... E chuveiro acredita?

- Haha idiota, você fica sempre assim quando bebe?

- Acho que bebi uma garrafa praticamente, depois tenho que conferir se assinei meu nome mesmo nesses papeis.

Vou sorrir e esse homem me aperta me beijando, hum aquele gostinho de vinho é maravilhoso entre bocas viu, recomendo.

Depois de um pouco de insistência subimos, eu fui tomar um banho, e ele me trouxe umas roupas do closset do atelier de sua mãe.

Gente, eu sai to banheiro secando o cabelo, e Guto estava deitado pelado na cama, e do seu lado uma saia e um tomara que caia MARA.

Mas é claro que fui na roupa, muito melhor que homem, gente que saia era aquela, tecido leve, costurada em camadas;

- Serio isso? – Ele ri me vendo frente ao espelho.

- Tem ideia do quão gostosa vou ficar nessa saia? – Falo vestindo.

- Garanto que pelada você fica muito mais gostosa Helena.

- Sai Augusto, me deixa... Ai Meu Deus, olha isso. – Falo dando uma volta. – Que achou?

- Vira.

- É realmente bem gostosa, eu como até no escuto.

- Nossa que romântico você. Ai e esse Tomara que caia.

- Eu vou dormir, e você só me acorde com um boquete.

- Cala a boca Guto. – Jogo a toalha molhada nele.

Eu me vestindo e Guto pega o celular, acho que coloca para carregar.

Só não fui procurar um salto alto, porque estava tarde, e já não dormi direito na noite passada.

Tirei aquela roupa separando no closset do Guto e deliguei a luz, deitando.

Ele ainda estava no celular, com a luz do seu abajur acesa.

Coloco meu despertador e chego perto dele, que estava lendo algo em um site de notícias, como estava tudo em Frances eu acho nem liguei.

- Calma ai. – Ele fala concentrado.

- Ok.

Falo, com a mão já massageando seu membro, que dá um sinal de “vida” bem devagar.

Puxo o lençol, passando e deitando em seu corpo quente, beijando sua barriga e descendo, ao passar a língua perto da cintura ele se esquiva rindo.

Guto não faz parte do clube dos lisinhos, tem sim uns pentelhos ali, e pernas também, tanto no “caminho da felicidade” até em todo o corpo, mas os mais grossos eram nas pernas.

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