• @richardsongaarcia

Clichê - Terceira Temporada - Cap. 29

Ela estava com uma calcinha preta, que desenhava demais sua bunda.

Ela se vira me beijando, e coloca uma das mãos dentro da minha calça, já apertando meu membro, e com a outra abre a calça, com minha ajuda, ela cai e fica só sua mão dentro de minha cueca, que desenhava gostosamente meu pau.

Abro seu sutiã e abraço ela entre beijos, deitamos na cama. Mano que miragem eu tinha deitado ali comigo, beijava seu pescoço, e tirando uns suspiros e gemidos dela.

Até Helena se virar, deitando de bruços se empinando para mim, e vocês sabem o quanto é bom “sarrar”, de cueca, caralho! Pensei que iria estourar de tão duro.

Com a bunda tão empinada que parece que estava de quatro, me levanto ficando de quatro, com ela rebolando para mim. Passo a mão deixando sua calcinha somente dividindo as nadegas, e então puxo seu cabelo, trazendo seu corpo ao meu, beijando sua boca segurando em seus peitos, enchendo minhas mãos, naquele corpo.

Quando o tesão está a flor da pele, você tenta seguir o “script”, mas fala isso para sua vontade de meter, rsrsrs.

Nessa posição mesmo, eu tirei de lado meu cassete e fiquei sarrando ela, como Helena forçava aos poucos, eu passo saliva, e afasto sua calcinha de lado.

Melhor momento da transa, é colocar a cabecinha. Seguro seu rosto de lado me beijando, gemendo, entre beijos.

Solto ela, que desce e fica de quatro, Helena passa a mão no cabelo e fica olhando enquanto eu ia entrando aos poucos, ela abaixava gemia no travesseiro e voltava a olhar.

Segurando com força uma mão em cintura, e olhando sua carinha de tesão.

Quando entrou tudo, passo mais saliva, umas duas vezes ainda, e segurei ela, me virando, eu deitando e deixando ela por cima, assim Helena ficava mais confortável.

E como ficou, deu aula!

Ainda apoiada em mim, começou subindo e descendo, gemendo e apertando meu pau, minhas mãos em sua cintura, forçando suas “descidas” e sentindo mais e mais fundo.

Mano ela se vira, eu apoio nos travesseiros, ela começa a cavalgar me olhando, com as mãos em meu peito, as vezes me beijava, e outras rebolava.

Era concentrar para não me “entregar” ali. Pois com Helena cavalgando, eu com as mãos em suas cochas subindo e descendo, mas descendo com vontade.

Ela é tão gostosa que as pernas grosas faziam curvas no encontro com sua cintura.

Ela se levanta, descendo a calcinha, e eu tiro minha cueca, ela vem sob a cama me chupar, fechei os olhos, porque se ficar olhando, já sabem.

Segurando seu cabelo e me masturbando de leve, enquanto sua boca me fazia gemer, ela chupava com tanta vontade que até meus dedos participavam do seu pequeno show.

Virei Helena de costas, ficando de quatro e literalmente cai de boca nela, mordendo sua bunda, brincando com a língua e dedos, seus gemidos eram como se estivesse gozando.

Me levanto volto a penetrar ela, de jeito e com mais vontade, foi colocando e enfiando tudo.

Pegando ela de quatro, com força, Helena ainda rebolava. Então pego em seu cabelo, dando a volta na mão, caramba, que delícia.

Gozei dando uns tapas em sua bunda de quatro, fazendo ela gemer gostoso.

O barulho das estocadas eram altos, mais que seus gemidos e gritos seus de tesão.

Mas gozar uma vez para uma gostosa assim era desperdiço, como ainda continuava duro, virei ela voltando a chupar Helena e me masturbando, para continuar daquele jeito.

Vou subindo, beijando sua barriga, mordendo seus peitos, pescoço, já colocando meu pau novamente nela, e segurando a perna a minha direta, deixando toda aberta para mim.

Já fodendo com força, sem pausa, passo a mão em seu cabelo com ela gemendo, e beijando, mordendo sua orelha e pescoço, rebolando com força, fazendo movimentos altos, pois suas unhas subiam e desciam em minhas costas, rolava até uns tapas na minha bunda de sua parte.

Ela mordendo e passando a língua em meu bíceps que abafava seus gritos as vezes, pois a segurava com força, beijando seu pescoço.

E então dou uma folga para ela, vou tirando e colocando bem devagar, assim a gente respirava um pouco. Com isso ela gemia mordendo os lábios, levo a mão direita em sua boca, com ela mordendo um dos dedos e brincando com sua língua.

Beijo sua boca, mordendo sua língua, já ela literalmente chupa a minha, morde meu queixo, passa a língua em minha orelha, beija meu pescoço, eu me arrepio, com sua respiração.

#Helena

Eu queria chorar de emoção naquela cama, quero ficar igual cachorro, não querendo deixar ele afastar.

Eu estava com as pernas altas, ele de sacanagem colocando e tirando bem devagar.

Beijando minha boca e eu chupando sua língua.

Guto então volta a bombar, eu estava confortável com a posição, então deixava ele fazer o que quiser, e pior estava me segurando para não gozar.

Ele se apoia nos braços, eu com as pernas altas, mesmo sem ele segurar, Guto fica olhando, e eu com a visão da porra daqueles músculos de seus braços e peitoral, seu cabelo bagunçado, sua boca vermelha de eu morder.

Volto a descer a mão em sua bunda, que estava toda com marcas de unhas, e puxo ele pelo cabelo. Já vem me beijando e passando aqueles braços fortes em mim, me abraçando e voltando a fazer com mais força, caralho.

Eu sentia ele pulsar dentro de mim, e depois de falar que iria gozar, eu também estava quase lá, gemendo em seu ouvido, ele segura minha bunda, deitando sobre mim, metendo com força, seus braços embaixo do meu corpo abrindo minha bunda, eu gozei melando nossas barrigas, e ele me deixou sem ar fodendo assim.

Ele estava muito quente, soando, seu corpo brilhava na luz, ele respirava fundo, e o sorriso ali, na sua boca.

- Vamos? – Ele se levanta para ir ao banheiro.

- Vai na frente, minhas pernas estão tremendo.

- Eu te levo.

Guto vem, me pegando no colo, com as pernas entre seu corpo.

Entramos, ele liga o chuveiro e me coloca no chão.

Ele ainda com o sorriso, eu contra a parede, a agua descendo em nossos corpos, ele fica me olhando, todo encantado, olhos claros brilhando;

- Que foi? – Pergunto.

- Não acredito que demoramos tanto para ficar.

- Gostou?

- Haha’ melhor transa da vida. Voltaria para aquela cama e faria de novo se tu não trabalhasse amanhã.

- Não trabalhasse daqui a pouco né.

Tomamos um banho rápido, voltamos para a cama, e gente, serio, depois de gozar ele é fofo demais.

Deitamos, eu coloquei o cobertor e peguei um pijama;

- Não, quero você assim.

- Pelada?

- Eu estou pelado, qual problema.

Deitei, e eu que iria trabalhar no outro dia não peguei no sono tão rápido quanto o Guto. Sinceramente eu estava sem acreditar no que tinha acabado de acontecer.

Na manhã, claro que não acordei bem, pois dormir duas horas nessa noite;

- Bom dia. – Guto se senta na cama.

- Bom dia.

Me espreguiço me sentando e olhando, gente calma.

É meu momento.

Tirem print! Foto sei lá, registra.

Augusto trouxe café na cama para mim, segurando o lençol, olho muito sem graça para ele;

- Que isso?

- Fiz torradas, uma omelete, que olha está muito bom, e encontrei laranjas, só não achei as coisas para fazer café.

- Aí que fofo. – Beijo ele.

- Come, que vou te levar no trabalho.

- Obrigada Guto.

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