• @richardsongaarcia

Clichê - Terceira Temporada - Cap. 06

#Helena

Despedi dos meninos e fui para casa, mas com a imagem daquele Kalleb, pois gente era muito lindinho o garoto, eu não me lembrava dele, por já ter visto ele anteriormente.

Já abri a porta de casa tirando o salto e deixando de lado, a bolsa na poltrona, perto do sofá, e chaves no balcão, deitando no sofá e me esticando toda.

Passo a mão procurando o controle da TV, e procuro algo na Netflix, e só aquela busca de nunca achar nada, peguei no sono, ali.

Acordo com Kevin abrindo a porta, ele e a fechadura nunca se deram bem. Ele tenta, tenta e nada, então toca a campainha.

Me levanto passando a mão no cabelo abrindo a porta;

- Toda vez que tento usar minhas chaves penso que você trocou a maçaneta. – Ele fala entrando.

- É o que vou fazer, colocar uma daquelas digitais, porque, você nunca consegue abrir.

- Ali Roberto, coloca no chão, depois eu abro. – Kevin falava com um rapaz que trazia umas sacolas.

Eu me sentei no sofá olhando o celular, e o homem passando com um monte de sacolas deixando de lado, eu olho de relance e percebo que a metade é Nice Petrini.

O cara então sai, e Kevin fecha a porta, tirando a camiseta;

- Tem roupa para você ficar um ano sem comprar.

- Tem presente de algumas fãs também, vou tomar um banho e olho.

- Que fez hoje? – Pergunto com ele encostado no balcão.

- Passei a manhã com seu chefe, o Fabiano e a tarde terminamos a gravação do novo Video Clipe.

- Como ficou?

- Maravilhoso. – Kevin aproxima me beijando. – Vou tomar um banho! Quer sair para jantar, ou pedimos algo aqui mesmo?

Ele vai seguindo no corredor, e o acompanho;

- Pode pedir Kevin, serio, não vou para a cozinha, e muito menos me arrumar para sair.

- Beleza, também estou cansado, só quero ficar quietinho com você. – Ele me abraça na porta do banheiro.

Kevin entra no banho, chamando;

- Vem comigo?

- Vai na frente.

Coloco meu celular para carregar, e tiro aquela roupa, pegando minha toalha;

- Puta merda, preciso dizer que você só fica mais gostosa a cada dia? – Kevin abre o box do banheiro.

- Sim, precisa massagear meu ego, pois sumiu essa semana. – Amarro meu cabelo, pouco mais alto.

Entro na agua e ele todo animado já, e fofo, me dando banho, eu fazendo o mesmo com ele;

- Qual é a daquele Fabiano?

- Como assim Kevin?

- Conversei com ele, o cara é rico, tem dinheiro, e fica trabalhando para os Petrini, não entendi. É apaixonado pelo Heitor?

- Não pelo outro irmão.

- O delinquente?

- Oi? – Paro com seu comentário.

- Aquele menino maluco lá, que mora fora do pais, como ele chama?

- Augusto?

- Sim. Agora está explicado então, ele é um pé no saco.

- Puxa saco isso sim.

- Para tudo que fizemos, e que eu falei, ele tinha que ficar ligando para alguém, disse que era para o Heitor.

- Kevin nem o namorado do Heitor consegue falar com ele. Acredite Fabiano não estava falando com ele não.

- Será que era com o Augusto?

- Também acho que não.

- Estranho.

Terminamos o banho e saímos, juntos, para o quarto.

Ele veio me beijando e abraçando nas costas, e me viro. Kevin me deita na cama, me ajeito, e ele vem beijando minha coxa, virilha, barriga, passando a língua pelo corpo, peitos e eu subo as pernas, quando ele chega no pescoço.

Se encaixa beijando meu pescoço, mordendo orelha, e beijando minha boca, enquanto me sarrava, segurando meu braço na altura da cabeça.

Com uma das mãos, desço meio que massageando sua bunda, apertando e acompanhando seu movimento.

Ele se levanta, ficando de pé, desce da cama;

- Vem aqui...

Fico de joelhos, beijando sua boca, e ele posiciona para eu chupar Kevin, e já digo que meu moreno “comparece”, rsrs.

Mesmo com dificuldade tento e chupo o quanto e até onde consigo. Ele segurando meu cabelo, e forçando, me fazendo engasgar.

Ele fazia umas pausas, me beijava, sentindo seu próprio “sabor”. Entre lábios, língua, ele ficava se tocando e até seus dedos em minha boca, de certa forma deixava ele mais excitado;

- Vira.

De quatro mesmo, só me abaixo, ficando bem empinada, para ele, que molha pouco mais com saliva e se posiciona.

Não sei o porquê, mas Kevin estava mais “tranquilo” hoje. E eu que fui forçando para trás, sentindo ele por um “todo”, para quem sabe dói pouco mais do que o normal.

Ao sentir que já tinha entrado tudo, ele só aperta minha cintura começando seu vai e vem, com vontade.

O mais massa de ficar dias sem sexo, era o primeiro depois desse “hiato”. Sempre forte e muito intenso.

Ele segurando em meu cabelo e forçando com força, subindo na cama, me fazendo gemer alto, caramba que era aquilo.

Kevin me coloca de lado, e fica de joelhos, como se estivesse de frango assado ele volta a foder, eu com a mão em sua coxa e já quase gozando.

Até ele deitar, ficando atrás e me segurando passando o braço pelo pescoço, e a outra deixando a perna alta.

Gente Kevin gozou tanto, que eu nunca tinha sentido daquele jeito. Ele ficou todo mole e com respiração falha, me segurando, e seu membro ainda duro, tanto que eu rebolava, e movia bem lentamente ele soltava risos com uns gemidos;

- Gozou? – Ele pergunta.

- De quatro.

- Olha, ta sentindo, consegue outra? – Ele “pulsa” dentro de mim.

- Eu, sim e você?

Kevin volta a me beijar, mexer com sua cintura.

#Heitor

Manhã de terça-feira eu tinha meio que me dado uma folga, e aproveitei para fazer uma visita para o meu pai, como todas as semanas.

Como sempre, eu chego e o médico me passa uma atualização da semana, e nunca há novidades, sempre a mesma questão.

Como eu chego pela manhã, a enfermeira estava por terminar umas massagens que ele recebe.

Troco suas flores, do vaso a frente de sua cama, o Camilo me ajuda com os documentos, e folhas, e depois sai. Eu puxo a cadeira para mais perto dele;

- Pai, aqui estão os balanços, e como tinha lhe falado, estamos subindo e muito, graças a Deus, e claro, aos projetos prontos que o senhor deixou, isso me salvou. Mas esse fim da semana passada tivemos um acidente com vítimas, Valquíria está tentando abafar na imprensa, mas não sei se consegue dessa vez. O projeto é de vinte e dois milhões, e a pior parte, eu que pedi para o concelho a liberação!

Termino de mostrar os balanços dos últimos dias, pois foram bem importantes, e depois de explicar, junto as folhas;

- O Kalleb ficou com ela como se conhecesse, pai, foi a coisa mais linda que vi na vida. – Coloco os papeis na pasta. – Quero muito que ele faça parte da nossa família, acho que é o que precisamos, mas o teimoso do Augusto não faz questão de mover uma palha pelo filho. Eu não sei mais o que fazer, me sinto como pai dele que tem quase minha idade. Estou cansado pai! O senhor faz falta, faz muita falta!

Beijo sua testa, “deitando” sobre ele, simulando um abraço, e pego minhas coisas saindo.

Ao lado de fora o Camilo pega a pasta;

- Temos que ir para a AFAIR, Heitor.

- Não vou essa manhã Camilo. – Falo seguindo no corredor.

- Senhor, Kleber ligou e pediu com urgência sua presença lá.

- Ignora o Kleber, já não estamos bem, ele tem que respeitar minha folga.

- Senhor eu insisto!

Eu paro no corredor, olhando;

- Porque?

- Estão fazendo uma reunião extraordinária para o seu afastamento Heitor.

- Eles não podem!

- Vamos?

- Não estou vestido para reuniões, mas vamos.

De suéter branco, e calça jeans, eu fui com o Camilo.

Aquela empresa, aqueles acionistas não me davam um tempo, para eles eu não poderia nem dormir.

A situação foi tão anormal, que Camilo para o carro na frente do prédio, vou entrando e cara pelos funcionários não me veem de outra roupa a não ser terno.

Um dos seguranças, próximos ao elevadores, segura em meu braço;

- Tem que se identificar na recepção senhor.

Eu olho para ele, e nem consigo falar nada, com o Camilo do lado;

- Afasta.

A porta do elevador abre, e o Matheus segurando-a diz;

- Rápido já começaram.

Nós entramos e ele atualiza;

- O Henrique está comandando, usando o acidente contra o senhor, e persuadindo todo o conselho.

A porta se abre, e o Kleber do lado de fora da sala, impedido pelos seguranças do andar, haviam dois deles.

Quando vou passando todos me olham lá de dentro pelos vidros;

- Com licença. – Falo ao rapaz.

- Desculpe senhor, não pode entrar.

Nossa chego a passar a mão na testa, olho para o Kleber e pergunto;

- Sabe com quem está falando?

- Desculpe Senhor, mas tenho ordens para não deixa-lo entrar.

- Arthur sai do caminho, é uma ordem. – Camilo diz.

Eu abro a porta já puto;

- Que merda estão fazendo? – Falo entrando.

- Que palavreado inapropriado meu amigo, e isso é roupa para vir trabalhar?

Henrique olha, sentado em minha cadeira;

- Posso saber o porquê desta reunião? E o porquê não fui avisado?

- Esse concelho, a partir da data de hoje, tem um novo gestor, esse vos fala! Todo o poder de decisão agora é meu Heitor, sua voz aqui é de um simples membro.

- Eu não sou um simples membro Henrique, sou o dono dessa companhia, talvez você se esqueceu, mas quem toma as decisões aqui sou eu.

- Muitas delas erradas, erradas para nosso interesse. O conselho decidiu, e como membro, você tem que aceitar. Fala para ele Thiago.

- É verdade senhor, o regulamento diz que por votação unanime podem afastar o senhor da presidência desse concelho.

- Não me importo para regulamento!

- Heitor por favor. - Edson interrompe.

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