• Richardson Garcia

Clichê - Segunda Temporada - Cap. 10

A empregada mesmo depois do jantar vem e serve um vinho para mim e Camilo;

- Nossa eu sou muito fraco para vinho, serio, duas taças e estou ruim. – Ele comenta mostrando a bebida.

- Sou mais fraco com destilados.

Os meninos voltam se sentando no sofá;

- Que foram fazer? – Pergunto.

- Ah, está com ciúmes? Relaxa não estou pegando seu parceiro de trabalho, só pedi um favor.

- Não estou com ciúmes, só curioso.

- Merci. – Guto agradece ela por ter servido ele com vinho. – Mandei umas coisas para o Samuel.

- Ah legal, vou ir ver a mamãe. – Falo me levantando.

- Deve estar dormindo já, olha a hora.

Sim ela estava dormindo com a TV ligada, a moça com ela também, havia pegado no sono na poltrona do lado.

Eu beijei ela, puxando o cobertor, e desliguei a TV, nesse momento a moça acordou, ela disse algo, mas como não entendi, só pedi desculpas e sai do quarto.

Voltei para a sala com os meninos rindo iguais idiotas;

- (...) Eu gritava com ele, Mano a gente vai morrer, vai morrer. E o Heitor soando como um louco, tipo muito mesmo. Esse aqui segurou na porta do helicóptero quase a arrancando com tanta força.

- Ah cala a boca que você também ficou desesperado. – Empurro o Guto.

- Aí graças a Deus comigo ele nunca fez isso não. – Kleber estava rindo no chão.

- É que ele gosta de se exibir. – Guto pisca para Kleber.

- Exibir porquê? – Pergunto.

- Vai que está afim dele, se cuida Kleber, as duas últimas dormiram com ele.

- Cala a Boca Guto. – Chuto ele de onde estava.

- Não, já conversamos ele não faz meu tipo. – Kleber me encara.

- Uh, toma despercebido, rsrs. – Guto continua rindo.

E do nada, o comentário mais aleatório de Camilo que estava bêbado;

- É eu fiquei com muito medo aquele dia, pensei que iria morrer.

Gente os meninos gritavam eu fiquei vermelho tentando explicar que havia acontecido;

- Era aquele modelo AS-72. Eles pegaram todos os modelos e resolveram o problema, mas não o nosso. E tipo era horrível de pousar. Nesse dia, o tempo não ajudava, então quando chegamos no aeroporto, tive que aguardar o pouso, e quando autorizaram que foi o terror.

- Deus me livre, sou formado em administração e estudo as aeronaves para não correr o risco.

- Já está pegando os maiores Heitor? – Camilo pergunta.

- Não, não tenho tempo para as aulas, agora menos ainda.

O Kleber foi no banheiro e aproveitei que lembrei de falar com Guto;

- Papai não tem presidente para a Petrini, e me mandou ir na empresa resolver, antes da viagem eu fiz o seguinte! Coloquei os estilistas como um concelho, para tomarem as decisões entre si.

- Ótimo, muito bem pensado, mamãe estipulou que onde ela estiver que se unifique as ordens. Todas as divisões espalhadas pelo mundo hoje, Itália, Estados Unidos, Brasil enviam as decisões e são finalizadas aqui.

- Você está cuidando?

- Heitor, em partes, os funcionários daqui são muito competentes e conseguem sozinhos cuidar de tudo, tranquilamente.

- Está namorando? – Kleber volta perguntando meu irmão.

- Estava, eu estava ficando com um modelo que conheci na faculdade! Ficamos.... Nossa quase namoramos.

- Hum, gostou dele foi?

- Sim, um pouco.

- Só um? – Camilo pergunta.

A gente sorri pelo seu tom de voz;

- Sim idiota um, mas sexo sempre com um diferente, até porque não posso deixar o costume.

- Você sofria com esse cara no Brasil né?

- Kleber eu gostava, eu gosto dele. Meu trabalho era bem mais perigoso do que com o Heitor e senhor Machado. Porque o Guto sempre aprontou muito.

- Mentira, eu sempre lhe dei histórias para contar aos seus colegas.

- Qual foi a mais difícil?

Kleber pergunta e eles se calam, o Camilo não esboça nada;

- Pode contar! – Guto gesticula com o rosto.

- Trabalhamos durante a noite, tudo certo, ele foi em uma boate, que eu mesmo havia escolhido, tudo ótimo! Deixamos o Samuel né?

- Sim, ele foi primeiro, depois seguimos para casa do Caio, você foi correndo para o banheiro, e eu entrei com ele.

- O corpo do irmão de Caio estava na cozinha, eu mesmo conferir, e o crime havia acabado de acontecer. Esse cara não quis sair da casa. Eu estava só com Matheus, que não era dos mais experientes do na época. Foi a primeira vez que tive que usar uma arma na presença dele. – Camilo aponta para o Guto.

- Não ficou com medo? – Kleber olha para meu irmão.

- Não tive tempo para sentir medo, Caio precisava de mim ali, não poderia sair. Então fiquei compartilhando de sua dor. Por isso e outras coisas, quero que encontre ele. – Guto aponta para Camilo.

- Aí gente eu acho tão lindo essa amizade. – Kleber foi se levantar e acaba caindo de lado, derrubando vinho no chão.

Os três correram para ajudar ele;

- Ai meu Deus desculpa Guto, nossa ainda bem que não foi nesse tapete. – Ele tentava limpar.

- Relaxa, vem levanta!

- Olha para mim, já chega, vou dormir, antes que eu fico igual o Kleber. – Camilo deixa a taça.

- Vem vou te ajudar. – Falo levantando ele. – Vou levar ele mano, já bebeu demais.

- Vou tomar um banho e dormir também, quase três da manhã já. – Guto olha no relógio.

- Eu não estou bêbado, estou ótimo.

- Kleber tu saiu sentado. – Falo no caminho para o quarto.

- Não acredito que estou fazendo vexame na casa do meu chefe.

- Relaxa, também estou meio alterado.

- Não vai vomitar não né Heitor.

- Cala a boca.

Coloco ele na cama, e fecho a porta, quando me viro Kleber está tentando tirar o tênis.

- Eu ajudo... – Falo puxando o tênis. – Não sei porque não usa sua chinelas.

- Nesse frio!

- Kleber, todos os aquecedores da casa estão ligados, não exagera.

- Mas ainda está frio.

- Pronto, só puxar os cobertores.

Vou ao banheiro, molho o rosto, escovo os dentes e volto para quarto, ele estava com seu celular.

Eu me deitei, me espreguiçando e coloco meu aparelho no modo avião desligando a luz do abajur e do quarto.

- Você com certeza mais que eu, percebeu o amadurecimento do seu irmão? – Kleber comenta.

Eu com a cabeça no travesseiro, viro olhando para ele que estava meio sentado e respondo;

- Ele cresceu, é praticamente um adulto hoje.

- Você passou pelo que ele já passou?

- Não, ele sofreu e sofre bem mais que eu, sempre tive meu pai do meu lado, e ele... o robe do meu irmão é fazer raiva em meu pai, que também não fica atrás, são dois homens difíceis.

- São dois homens fortes.

- Hum, ele faz o seu tipo?

Apoio a cabeça no braço direito, e ele abre um sorriso sarcástico;

- Também não.

Ele desliga o celular, deixa de lado e tenta apagar a luz do abajur do seu lado;

- Meu Deus vou apanhar até disso.

- O Botão dourado.

- É tudo dourado Heitor. Que mania vocês têm de fazer coisas com ouro.

- Rsrs, não é ouro idiota. Aqui. – Me apoio estendendo a mão para desligar.

Praticamente fico com parte do meu corpo no dele.

Naquele dia eu coloquei a culpa no álcool, mas ao afastar, ele me olhava, a claridade da rua deixava eu perceber seu olhar, e o beijei.

Aproximei mais do que podia e beijei a boca de Kleber que se afastou;

- Heitor não podemos, eu trabalho para você.

Sinceramente não ouvi uma palavra do que saiu de sua molhada e macia boca. E nem o que seu em mim, de interromper ele o beijando novamente.

Kleber coloca a mão em meu braço, correspondendo ao beijo, que era como você correr uma maratona e a única coisa que queria era se acabar com agua, eu despertei uma sede daquela boca, que se agravou mais ainda com sua língua.

- Isso não está certo. – Ele passa a coberta e sobre em meu corpo.

O peso de Kleber sobre mim, deixava a gente mais, e mais quente.

Ele desce beijando meu pescoço, mordendo minha orelha, em um lapso de respiro digo;

- Que eu estou fazendo?

- Quer que eu pare. – Ele olha.

- Não.

Deixo os braços livres, as pernas soltas, ele beijava meu pescoço, passava a linga descendo no peitoral, eu sentia seu cabelo caminhando seguindo o caminho de sua boca.

Mesmo com a claridade do quarto, ele estava debaixo das cobertas.

E então tudo fez sentido, até aquele momento a confusão em minha cabeça havia desaparecido.

Sinto Kleber pegar forte em meu membro, e sem olhar sei que ele iria me chupar.

Desce minha bermuda, mordendo ele sobre a cueca, passa a mão embaixo, pela saída da perna no tecido pegando com força, eu me segurando para não gemer alto ali.

E ele desce a peça de roupa, abocanhando meu cassete.

Me contorci na hora, que era aquilo, que vontade aquele menino tinha, serio. O melhor.

Ele me chupava todo, descia subia, com uma das mãos, com a outra. Mordia minha barriga, minha coxa, com língua em minha virilha, parecia ter clones debaixo da daquele cobertor.

Eu gozei, foi inevitável, e claro a gente compara, ainda mais eu que foi minha primeira vez, nunca gozei com alguém que estava me chupando, e para a primeira vez, foi muito melhor que muitos sexos por aí.

Gozei com ele me masturbando e sem parar, com isso, Kleber sai debaixo das cobertas;

- Curtiu? – Com a cara mais lerda, mostrando os dentes.

- É obvio.

- Vem aqui.

Ele deixa para os pés da cama, vou por cima de seu corpo beijando em sua boca, e sinto sua perna próximo ao meu ombro esquerdo, ele se posicionou de frango assado. E começou a se penetrar.

Eu abaixei beijando sua boca, pois parecia realmente estar doendo;

- Quer que eu pare?

- Não.

Eu já havia gozado, mas ainda estava duro, e fiquei receoso de broxar. Mas a questão foi experimentar o sexo anal.

Heitor deitado em meu braço, eu colocando bem devagar e beijando sua boca, abafando os poucos gemidos que de lá saia, até encaixar de jeito.

Eu já havia esquecido que gozei a segundos, a questão de dar prazer a ele mudou essa percepção e eu já estava pronto para outra.

Sua mão em minha bunda, forçando mais e mais, eu tirava até onde conseguia e colocava devagar, ele mordia os lábios virando os olhos, o encaixe em seu corpo era perfeito, feito para mim, rsrs.

Caramba, ele respirando fundo e segurando firme em meu corpo, e ainda fazendo devagar, assim ele estava ficando louco.

Até perceber que poderia gozar novamente, e então acelerei os movimentos, fazendo assim sem muito barulho, e com bastante força.

Ele estava ofegante, e percebo ele gozar, então foi só eu fazer o mesmo.

Segurei ele com força para não sair e Kleber segurava para não gemer alto, comigo gozando novamente nele.

- A gente não deveria ter feito isso. – Ele diz.

Eu começo a rir, e Kleber faz o mesmo. Me levanto com cuidado indo para o banheiro e Kleber esboça um;

- Ah meu Deus.

- Que foi? – Viro assustado.

- Suas costas. – Ele fala de olhos arregalados.

Eu me viro para o espelho do banheiro;

- Filho da puta, você nem unhas tem e me deixou assim.

- Foi mal, rsrs.

Estava avermelhado e com arranhões tipo unhas.

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