• Richardson Garcia

Caprichos do Acaso - Capitulo 7

SEGUNDA TEMPORADA


- Beto pelo amor de Deus onde você está? Estou te ligando desde ontem cedo e nada.

- É eu vi tem algumas ligações aqui.

- Algumas Beto te liguei mais de 100 vezes, Anderson esta louco atrás de você!

- A gente teve outra briga daquelas.

- Beto por favor, eu sei que se vir para minha casa ele te acha, mas por favor onde está?

- Promete que não vai dizer?

- Prometo.

- Estou em Angra!

- Te amo meu Poio por favor se cuida.

- Pode deixar.

- Por mim?

- Por você.

Desliguei o celular e me levantei tomei um café forte e me sentei olhando o mar que estava como meu coração, de ressaca, muito agitado, a única coisa cômoda e aconchegantes era o meu par de fones de ouvidos com o Legião urbana bem alto para me concentrar neste mundo onde não queria viver mais.

Dois dias depois...

- Marco, prepare o helicóptero vou para o Rio hoje tudo bem.

- Sim, Senhor.

Arrumei minhas coisas e voltei para casa, em uma hora mais ou menos estava no meu carro,

- Precisamos conversar com Beto.

- Não, por favor agora não.

- Beto você some por dia e chega assim tudo normal, só falta dizer que quer ir dormir agora.

- Sim, vou deitar e por favor não faça barulho.

- Já chega, vou para o trabalho.

Troquei algumas mensagens com Heloisa e deitei, mas não dormi, abri meu cofre e peguei alguns comprimidos tarja preta e tomei, todos de uma só vez, acordei 3 dias depois no hospital, sim eu havia tido uma overdose de remédios, e o médico disse início de depressão, “novidade”. Voltei para casa e em 9 dias já estava tomando os mesmos remédios para dormir.

- Alberto Tavares?

- Sim, quem fala?

- Talita da Fama modelos, temos um trabalho de presença e indicaram você.

- Que tipo de trabalho Talita?

- Reinauguração do “Costa Fabulosa”, conhece?

- Sim, mas irei ficar navegando?

-Ocorrerá uns desfiles durante a viagens de 5 dias pela costa do Brasil, o senhor terá um voo de volta, juntos com toda a equipe, e durante o dia livre com tudo que consumir isento.

- Posso perguntar quem me indicou?

- Heloísa o nome dela, disse que é sua amiga e mandou suas fotos que foram aprovadas pelos fotógrafos.

- Conte comigo.

- Agradeço, entraremos em contato para mais detalhes.

Em uns dez dias, fiz minha bagagem e Heloísa estava me esperando na recepção do meu prédio, quando Anderson entra em casa e se depara comigo saindo;

- Vai sair de novo?

- Vou trabalhar Anderson...

Me aproximei para beijar ele e ele me empurrou como se estivesse com nojo;

- Você não fica aqui só viaja, e diz que está trabalhando.

- Está maluco é cara?

- Vai fazer o que me bater agora?

- Bem que eu queria.

- Já chega para mim, vou embora, não me procure nunca mais está me ouvindo.

- Sim senhor.

- Se acha muito engraçadinho com essa cara de noiado e uma poupança gorda de seus pais não é garoto, sorte quem teve foi Henrique de escapar de você.

Pulei em cima dele os vizinhos entraram no apartamento e Heloísa chegou puta.

- VAI, VAI EMBORA MESMO, SOME!

- Eu vou mesmo, seu idiota!

- VAI PARA A PUTA QUE O PARIU E FIQUE POR LÁ.

- Alberto chega, vamos. Cala a Boca!

Desci tomando remédios,

- Me dá isso aqui, onde consegui isso?

- Não importa.

- Olha para mim, Beto aproveita esse trabalho e vê se encontra um rumo para sua vida, por favor vai me matar assim.

- Foi mal.

- Promete que vai ficar bem?

- Já prometi tanta coisa para você que estou em dívida.

- Só você para me fazer rir em uma hora destas.

No terceiro dia de viagem já havia feito dois desfiles, por enquanto calmaria tudo o que eu precisava,

Em uma tarde o navio estava atracado no Espirito Santos, alguns passageiros desembarcaram e eu estava lá pelas cinco da tarde olhando para o horizonte, quando se aproxima um garoto aparentemente 19, 20 anos loiro estilo Justin Bieber, olhos azuis como o mar, e sorriso lerdo, se sentou ao meu lado.

- E aí?

- E aí?

- Não quis descer?

- Prefiro ficar sozinho.

- Entendo eu também.

- Você estendeu a parte do “Sozinho”?

- Sim, não estou aqui por sua causa, e sim do cigarro!

- Eu não fumo.

- Eu sim, aceita?

- Isso mata rápido?

- Não, mas se quiser pula ai!

- (risos) me dê um cigarro.

- Puxe de....

Quase morri engasgado com a primeira tragada, não consegui nem terminar o cigarro.

- Caralho mano, agora tem que pular, quase morreu com o cigarro!

- Vá se foder.

A conversa se prosseguiu por toda a tarde ficamos horas conversando, quando vimos estava a noite já tudo escuro, marcamos de nos encontrar na festa que teria depois que eu desfilasse, nos bebemos muito e depois de algumas fomos para a proa do navio, dois bêbados chapados.

- Você tropeçou na passarela eu vi.

-Algum idiota deixou um prego, eu não sei tinha alguma coisa solta naquela passarela.

- Solta? Era você.

Risos e passos largos e tortos, nos vemos um de frente para o outro.

- Parece que você estava precisando beber!

- Sim, um pouco.

- Um pouco? Vamos para novamente para encher o estoque de bebida porque você secou ele.

- Haha’ cala a boca.

- O que um cara como você faz sozinho?

- Escolhas erradas, pessoas erradas!

- Faça valer a pena.

- O que disse.

- Faça valer a pena.

- Olha não quero nada sério firmeza.

- Não quero um plano de fidelidade de 12 meses não, só sexo, será que rola?

- Se tu aguentar essa máquina aqui? Já é.

Fomos para minha cabine, tirando roupas e calçados e barulho de garrafas rolando ao chão, já coloquei ele para me chupar com vontade,

- Caralho que boca gostosa, vai me chupa sua putinha.

Ele era magro e eu fazia o que queria com ele. Tive que segurar o cara tinha sede de chupar um cassete, coloquei ele de quarto e com a bundinha vulnerável para mim, fui cuspindo e enfiando o dedo afinal tenho 19 cm e não sabia se ele me aguentava, abaixei sua cabeça no colchão e apontando meu cassete em sua bunda fui penetrando ele que gemia loucamente no meu mastro, quando entrou tudo ele rebolava, era apertadinho e quente gostoso aquele cuzinho, eu comecei tirando e colocando ele gemia gostoso, a cada estocada era um tapa naquela bunda branca, meu cassete enterrado ele pedindo mais, com não tinha eu completava fodendo com força e enfiando tudo o que podia quase que as bolas também, quando fui gozar ele pediu para ser na boquinha, uui’ gozei litros ele até deixou escorrer, com o cassete fiz ele limpar tudinho, levei ele carregado para o banheiro, claro caímos antes de chegar, afinal ainda tinha álcool no meu sangue, tomamos uma banho, lá ele fez outra chupetinha em mim, tiramos os cobertores e deitamos, acordei no dia seguinte, o quarto ainda escuro somente com uma luz do celular dele que estava mexendo eu me sentei na cama;

- Bom Dia.

- Bom Dia!

- Dormiu bem?

- A gente transou ontem à noite?

- Sim você tirou meu cabaço.

- Você era virgem?

- Não, estou te enchendo.

- Posso te perguntar uma coisa, não vai grilar?

- Diz ai!

- Como se chama?


#Henrique


-Alguém arrume a toalha nele... Isso Henrique desce e suba o olhar.... Perfeito.

Estava em uma secção de fotos para um trabalho, e muito concentrado nem percebi que ficamos horas no estúdio, com Max trabalhando e para conquistar a empresa de meu pai, viajava bastante eu ficava mais só.

Peguei um taxi até em casa e passando perto da secretaria eletrônica havia um recado de meu pai dizendo que precisava falar comigo, deixei minhas coisas e peguei meu roupão e fui para a piscina, dei uns mergulhos e tudo mais, o meu vizinho tem um filho de uns 11 anos, que fica brincando no quintal, bem simpático ele.

- Oi! - E aí, joia? - Eu te vi na televisão ontem. - A é e o que achou? - Você estava de terno, ficou legal, dá medo, mas ficou legal. - Andrew... - Tenho que ir. - Até garoto. Ouço um carro parar em casa e em minutos aparecesse Max na porta, veio sorrindo. - A cada dia que se passa você está mais lindo sabia.

- Valeu.

- Vi uma propaganda sua ontem...

- Legal. Nos beijamos ele pegou o roupão eu sai da piscina e entramos.

- Falou com seu pai?

- Não, porque?

- Ele quer muito falar com você!

- Depois eu ligo para ele.

Conversamos um pouco ele me levou pra jantar fora, voltamos tarde para casa mesmo assim depois do sexo Max foi para o escritório me deixando na cama... Vocês sabem o que se passava em minha cabeça quando em contato com o travesseiro, só um nome “Beto”. Todas as noites que eu deitava pensava nele, até no sexo com Max, jantares tudo em mim lembrava ele, era o que eu pagaria por fazer ele sofrer, seria nunca mais esquece-lo, seu sorriso, sua boca, seu beijo em geral sua perfeição. 7 dias depois, eu estava ao telefone marcando um trabalho e a campainha chama quando atendi meu pai e minha mãe.

- Pai, Mãe?

Eles entraram conversamos, os acomodei e como de costume Max fora, estávamos sentados na cozinha tomando um chá...

- Eu deixei alguns recados e você não respondeu meu filho.

- Poxa pai, estou com muitos trabalhos aqui, quase não fico em casa e Max viajando como sempre.

- Sabe que não gosto de você trabalhando de modelo Henrique, mesmo que não seja profissionalmente.

- Pois é meu filho, sabemos que está ganhando seu próprio dinheiro, mas queria te propor outra proposta.

- Proposta? Eu não vou voltar para o Brasil.

- Sabe que não quero Max tomando conta da empresa Henrique.

- Pai a gente já conversou sobre isso.

- Seu pai está com estresse do trabalho o médico pediu afastamento imediato dele.

- Estresse como assim?

- Sabe que nunca te forcei a nada, mas Henrique tudo o que construímos foi para você, sabe disso.

- Brasil?

Perguntei e entra Max na cozinha já questionando.

- O que tem o Brasil?

- Eu vou voltar para o Brasil.

- Do que ele está falando Sr. Porto?

- Eu estou Doente Max, ou ele volta ou vamos vender a empresa e você ficará sem serviço.

- Espere eu não estou entendendo mais nada.

- Henrique voltara para o Brasil Max está decidido.

Ainda discutimos um pouco, mas já estava decidido. Eu estava na piscina e minha mãe se aproximou.

- Sabia que estão repercutindo suas propagandas no Brasil já.

- Poxa muito legal, eu fico feliz...

Acha que ele vê?

- Não sei Henrique, como disse eu vi outro dia ele na rua, e estava maravilhoso, Alberto é um cara muito lindo.

- Penso nele a todo momento, acha que ele pensa em mim?

- Não sei meu filho, o que fez foi muito errado, já te disse, tem que se desculpar com ele você sabe, ao menos o perdão para se ver livre desta angustia, agora voltando para o Brasil, quem sabe não encontra a oportunidade?


#Beto


- Me chamo Rafael.

- Prazer Alberto Tavares.

- Vou ter que te chamar assim? Alberto Tavares?

- Não, pode ser somente Beto.

Rafael olhou no relógio e saiu louco disse que estava atrasado, eu tomei café da manhã e fiquei a manhã na piscina, depois do almoço passei a tarde com o pessoal do desfile escolhendo roupa e vendo o local do evento da noite, e nada de Rafael. Fui jantar na classe A onde fui convidado do pessoal da agência, em uma mesa enorme e vários garçons ao nosso redor comemos muito, quando terminei o garçom se aproximou do meu lado;

- Senhor licença Posso?

Reconhecendo a voz olhei era Rafael, de garçom, pegando meu prato.

- Com Licença.

Me levantei saindo furioso, Rafael percebeu, mas não veio atrás de mim. Acho que todos a minha volta mentiam, afinal não dava pra acreditar em ninguém.

Passando pelo saguão do navio entrei no cassino e fiquei por lá distraindo, acabei perdendo dinheiro nesta brincadeira, kkkkk’

No dia seguinte....

Fizemos umas fotos na parte da manhã e eu evitei o sol, já estava “preto”, fui pegar u sol da tarde, maravilhosa de sol, eu estava apoiado na proteção olhando aquela imensidão.

- Oi!

- E ai!

Disse Rafael se apoiando de costas e olhando para mim;

- Fui a sua cabine, e não estava, um amigo me falou que estava aqui.

- Pode ser.

- Está diferente! Aconteceu algo? Quer me falar?

- Porque não falou a verdade desde o começo?

- Beto eu não menti para você, em algum momento eu disse que era playboy, filinho de papai? Não, não disse.

- É você não disse.

- E outra, só sexo, se lembra.

- Cala a boca.

- Você precisa de um tempo sabia.

- Eu sei.

- Quem te deixou assim?

- Eu mesmo, confiei em quem não deveria confiar, e para piorar, fui tentar consertar isso com outro romance.

- Puta que pariu, só fez escolhas erradas em Beto.

- Eu que o diga.

- Ainda gosta dessa pessoa?

- Sinceramente? Nunca esqueci ela.

- Deve já ter ouvido essa frase, “Só se cura um amor, com um novo amor. ” É mentira, se você gosta desta pessoa lute por ela, antes que se arrependa do pior.

- E se essa pessoa ter outra?

- Se ela te ama vai voltar, mas se não voltar você fica comigo.

Olhei para ele rindo, ele deu um sorriso e eu um selinho discreto em sua boca, ele é muito branco ficou vermelho.

- Funcionários podem ficar vagando assim pelo convés?

- É que a senzala está cheia agora, depois eu desço para levar as chibatadas.

- Haha’ essa foi boa.


#Henrique


Na viagem de volta de meus pais eu voltaria com eles, com brigas eu e Max acabamos por decidir cortar a relação, e o contato, ele alegou que eu era influenciado pela minha família ainda me jogou na cara o Beto, foi a gota de água, eu não suportei e decidi de vez voltar para o Brasil, só não saberia como proceder, em uma viagem de 19 horas desembarcamos no Rio De Janeiro, o clima as pessoas, poxa como fez falta aquele calor.

Chegamos em casa e meus pais haviam mudado para outro condomínio, matei saudade dos empregados da casa, meu quarto estava do mesmo jeito, cheguei e a única coisa que fiz foi é deitar e dormir muito, pois agora eu estava em casa, na minha casa.

Passados alguns dias já estava de volta ao escritório, e meu pai me passando várias coisas para ele se desligar, posso dizer que eram milhões de coisas, mas eu estava tranquilo em relação ao serviço, o que complicava era as agências de modelo em cima de mim para trabalhos;

- Henrique vai onde?

- Pai tenho uma papelada para levar em uma obra na Avenida Rio Branco.

- Faz o seguinte leva a secretaria ela vai pegar uma encomenda para mim no Porto do Rio.

- No Porto?

- Sim, está vindo com o “Costa Favolosa”.

- Tudo bem.

- Shirley meu pai disse que tem uma encomenda chegando com o “Costa Favolosa”?

- Tem sim.

- Vamos, eu vou passar próximo e você pega, eu te dou carona.

Bem passamos na obra eu fiz uma breve checagem e o engenheiro assinou a papelada, depois fui com Shirley até o porto, o Navio havia acabado de atracar, os passageiros descendo e nós fomos para a recepção ela está pegando o pacote eu sai e fiquei na barricada vendo as pessoas desembarcarem, foi então que vejo Beto.

Sorriso inconfundível, cabelos grandes, óculos na cabeça, estava bem bronzeado, músculos aparente, de short e tênis, estava com uma mochila nas costas e um mala colocando dentro to taxi, provavelmente ele desembarcará do navio, porem meu coração desacelerou quando vi um garoto chegar com sua mala e colocar no mesmo táxi, Beto abraçou ele tipo brincando e entraram juntos no carro, rindo felizes da vida...


#Beto


Transamos aquela noite novamente, e o navio faria uma viagem pela costa do Brasil e voltaria para o Porto do Rio de Janeiro, foi quando Rafael decidiu que ficaria um pouco, eu prometi dar umas voltas com ele pela cidade “Maravilhosa”.

Desembarcamos e seguimos para minha casa, claro entrei primeiro e caramba estava limpinha e tudo em ordem, sem nada de Anderson. Ele colocou as coisas no quarto de hospedes e eu liguei para Heloisa;

- Saudade de ouvir essa voz sua viu.

- Eu também meu poio, gostou da casa?

- Diz a ê o que te haver com isso aqui?

- Troquei as fechaduras e pedi a governança do Prédio para dar uma geral, aproveitei passei aí ontem e fiz aquele bolo de fubá que eu sei que você gosta está no forno.

- Você não existe, nem precisa falar que te amo?

- Não, mas quero saber quem é esse aí?

Eu assustei por ela saber de Rafael tão rápido, ele estava no banheiro, eu fui para sacada para falar com ela.

- Heloisa quem te falou?

- Olha seu Porteiro é muito fofoqueiro sabia.

- Depois levo ele ai!

- Beto por favor, não vai começar a amar de novo tudo bem?

- Ele volta a trabalhar em 7 dias, não temos nada, só sexo mesmo.

- Que fique nisso, depois quero conhecer o cara para avaliar.

- Tchau!

Entrei arrumei minhas coisas e conversando com Rafael no meu quarto ele ligou a TV e estava no noticiário;

- Seu apartamento e muito bonito Beto.

- Valeu.

- Você comprou sendo modelo?

- Não, foram meus pais, o que ganho de modelo é para viver.

- Recebe mesada?

- Sim.

- Filhinho de mamãe.

- A cala a boca.

O telejornal então anuncia um nome que conheço bem, naqueles contratempos de famosos;

- E adivinha quem está de volta? Isso mesmo Henrique Porto deixou sua extraordinária carreira de modelo em Paris e agora mudou para o Brasil para cuidar dos negócios da família, em uma rápida entrevista ele disse que voltou para ficar e ajudar o pai que é proprietário da maior construtora do Rio de Janeiro, o garoto que estava com uma excelente carreira deixou tudo por causa da família, o chamado “Menino de Ouro”.

- Dá para mudar de canal?

- Não olha esse cara lindo, sabe quem é?

- Sei muito bem quem é.

- Ah Beto, não esperai você conhece ele?

- Lembra que te falei que alguém me magoou?

- Ta me zoando? Foi ele?

- Sim.

- Beto você se apaixonou por Henrique Porto, sabe que ele é um dos modelos bem conhecidos em Paris, sabe disso!

- Não me interessa.

- Olha não dá pra acredita, desculpe, fiquei surpreso agora.

- Vamos quero que conheça uma amiga minha!


#Beto


Liguei para Heloísa que estava na praia aqui mesmo na Barra da Tijuca, eu pedi pra ela nos aguardar que iriamos até ela, pegamos o carro e deixei Rafael ir dirigindo, e fomos rindo até la ele era muito ruim pra dirigir passamos até vergonha ele deixando o carro apagar no semáforo, ai poxa eu precisava destas risadas. Quando chegamos fomos até onde ela estava e Heloísa estava com um cão;

- Adotou foi? (Beto).

- Sim, tem uns dias, você me abandonou. (Heloísa).

- Heloísa esse é Rafael, Rafael minha razão de viver Heloísa. (Beto).

- Prazer ele fala muito de você viu! (Rafael).

- Prazer, pois é eu sei, nossa seu olho é muito lindo. (Heloísa).

- Obrigado. (Rafael).

Ficamos conversando um pouco e Rafael desceu até a água, eu fiquei com Helo’.

- Ele é lindo Beto, pena que os melhores moram tão longe. (Heloísa).

- Concordo, ele é de boa e me fascina a cada dia que conheço, mas não estou me apegando afinal Domingo ele vai embora. (Beto).

- Você está acompanhando as notícias da TV? (Heloísa).

- Eu vi quem está de volta, se é isso que quer me perguntar. (Beto).

- Sabe que eu te amo, e me importo com você, mas Beto o que fará se ele vir atrás de você? (Heloísa).

- Minha mente repugna Henrique, mas não respondo pelo meu coração. (Beto).

- Nunca vou te criticar por decisões Beto, mas quero te falar uma coisa, eu mesma já passei por isso, repetia para mim mesma que não ficaria mais com tal pessoa que não gostava e quando via ela na minha frente não respondia por mim, quem nunca amou que atire a primeira pedra. (Heloísa).

- Eu tenho medo Helo’ muito medo, de ver ele na minha frente. Eu sofri por causa de Henrique, mas a culpa não foi dele e nunca é, sofremos pelas pessoas porque gostamos delas, quem gosta é a gente e não elas, quem se entregou demais? Quem não mediu o quanto poderia sofrer se acabasse? Sei que a culpa é minha, mas a única coisa que eu quero é ser feliz, será que é pedir demais? (Beto).

- Se depender de mim sempre vou estar aqui. (Heloísa).

- Eu sei Te amo. (Beto).

O tal cachorro veio e ficou no nosso meio tipo brincando, eu adorava os concelhos de Heloísa, mesmo que as vezes ignorava, mas além de amar ela, eu conhecia sua história e sabia que também não foi fácil para ela.

Jantamos com Heloísa aquela noite e andamos pela areia juntos depois que Heloísa foi embora, sentamos próximo ao carro, e ficamos conversando, eu comprei um sorvete e me sentei abarcando Rafael:

- Posso perguntar uma coisa? (Beto).

- Sim. (Rafael).

- Porque leva uma vida em um navio? Tipo porque não ficar em um lugar somente com raízes entende? (Beto).

- Amo essa vida de viagens pelo o mundo inteiro, cresci assim e as vezes faz falta sabe, porém eu gosto mesmo é de estar em Alto mar nessa imensidão. (Rafael).

- Queria ser assim. (Beto).

- Viaja comigo então. (Rafael).

- Poderia ser fácil assim. (Beto).

Ele me contou de algumas aventuras que havia passado enquanto íamos embora em casa tomamos um banho juntos e eu logo me excitei.

Deitamos nos beijando e eu segurando ele, Rafael ela magro então eu o fazia o quiser, me virei na cama com ele em cima de mim rebolando aquela bunda se passando em meu cassete e beijando ele minhas mãos abriam tanto sua bunda que quase separava ela, descendo e beijando minha barriga e mordendo meus mamilos segurei firme sua cabeça em meu pau, fazendo ele engasgar e ficar sem ar me chupando, ele ficava vermelho mas engolia todo meu cassete, limpava a saliva com a própria língua, nossa língua essa que percorria a cabeça roxa de meu cassete.

Levantei coloquei ele de quatro na poltrona com na bandinha bem Pra cima bem aberta eu cuspia e passava a cabeça de meu pau pincelando ele gemia gostoso, quando fui penetrar enfiei devagar, como meu pau e grosso ele afastou as adegas com as mãos e gemia com a cabeça na almofada, olhando meu cassete a tomar naquele cuzinho branco e apertado, com o movimento devagar de vai e vem ele se acostuma eu então coloquei força fazendo Rafael gritar de tesão, ele passava a mão em minha barriga olhando pra mim com cara de dor, eu dando tapas fortes em sua bunda que ficou vermelha, ele pedindo pra gozar em seu cú não aguentei e fiz como mandou, enchi ele todo de porra, respirou se virou e limpou o que sobrou com a boca, beijei ele levando pro banheiro, tomamos um banho e deitamos na cama;

- Está com sono? (Rafael).

- Um pouco, porque essa não foi o suficiente para você? (Beto).

- Foi sim isso aqui satisfaz qualquer um. (Rafael).

Disse ele pegando em meu cassete ainda meio bomba.


#Henrique


Depois que vi Beto com aquela carinha, e ele sorrindo, não sei se achava bom por ele estar se virando sem mim ou achasse ruim por ele estar se virando sem mim, meu coração mandava a todo custo eu ir atrás dele de qualquer jeito, mas minha mente sábia que não poderia atrapalhar sua vida.

Fui ao parque depois do trabalho para fazer uns exercícios e esfriar a mente,

Fazendo Hasting, um exercício que força muito a mente e os músculos eu tipo me revigorei, indo para casa ainda vejo eles novamente, Beto e no tal carinha rindo e brincando no carro, me escondi e fui desfalcado para casa.

Não tinha amigos e não tinha ninguém para conversar, era somente eu.

- Senhor, com licença, tem uma moça aí querendo falar com você. (Empregada).

- Moça? (Henrique).

Desci e na sala e Heloísa estava sentada no sofá!

- Oi! (Henrique).

- Olá. Acho que a última pessoa que pensaria em ver seria eu. (Heloísa).

- Sim, posso ajudar? (Henrique).

- Olha na boa, vou te falar a verdade sem rodear, você é uma puta de uma bicha e não sei o que Beto viu em você, mas ele te ama Henrique e não te esquecer de forma alguma. Vim aqui para te falar duas coisas a primeira, se você está pensando em ir atrás dele, vá agora, mas só se não for faze-lo sofrer mais ainda, agora se não ama ele, vá para o quinto dos infernos e fique por lá, e deixe ele viver a vida dele. (Heloísa).

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