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Caprichos do Acaso - Capitulo 7

~Beto

- Sim, claro. Quero muito. – Ele aperta meu rosto me beijando.

Nossa só assim para poder respirar, fiquei até meio que preocupado, rsrs. Abracei ele beijando sua boca, e ficamos ali, juntos, se curtindo ao máximo. Jorge levou a gente de volta aproveitando o fleche de luz que ainda havia.

A primeira coisa que ele fez foi mostrar as alianças para amigo Joel;

- Eu falei que ele iria gostar. - Disse Heloisa.

- É falou mesmo.

- Você sabia? - Perguntou Henrique.

- Sim, acha quem foi que escolheu? Se deixar por conta dele, teria um colar ai no lugar dessa aliança Henrique.

- Cala a boca Helo! – Empurro ela.

Naquela noite deitamos cedo, pois na manhã seguinte, eles tinham um encontro da turma da faculdade logo pela manhã.

Depois de escovar os dentes o Henrique deita comigo;

- Porque você não apareceu antes? - Disse ele olhando no meu olho.

- Como assim?

- Queria ter te conhecido antes para aproveitar cada momento.

- Estamos aproveitando e vamos aproveitar Henrique.

- O que depender de mim. – Ele abre um sorriso.

No dia seguinte, acordei com a brisa do mar entrando pela janela, eu levantei antes do celular despertar, puxo a cortina e fecho a porta. Vou no banheiro, lavo meu rosto e cubro o Henrique para não passar frio.

Vou para a cozinha e Elizabete já estava no comando, com forno ligado, panelas no fogão;

- Bom dia filho.

- Bom dia. – Eu me sento no banco, frente ao balcão, e olho no forno. – Está fazendo bolo?

- Sim, seu namorado disse que gosta de bolo de laranja, estou fazendo para ele.

- Precisa de ajuda? – Entro para auxiliar.

- Na verdade sim.

Ajudo ela com um suco, e cortar umas frutas. Quando estávamos arrumando a mesa, a Heloisa desce e em seguida os meninos, logo atrás.

Sentamos para comer, e como eu ajudei a Elizabete, fiquei mastigando enquanto a ajudava, então fui o primeiro a terminar e desci para olhar o barco, se o problema que eu e Jorge vimos no dia anterior, persistia. Deixei ele ligado e ao voltar, com os meninos rindo ao redor da mesa, Joel pergunta;

- Vamos de barco hoje? – Ele aponta.

- Sim, Henrique falou qual era a praia onde estariam, é perto daqui, e tem um píer do lado, podemos até ficar no barco. – Falo com as mãos nos ombros do meu namorado.

- Nossa está com uma bundinha em amigo. – Heloisa aperta do outro lado.

- Sai fora Helo. Olha aí Henrique, querendo o que é seu, rsrs. – Vou saindo. – Vamos gente, se trocar para poder sair. –Vou batendo palmas indo para o quarto.

Peguei umas coisas que queria levar, e o Henrique chega se trocando;

- Vai assim? – Ele pergunta.

- Sim, estou de sunga, vou de bermuda e regata, lá vou mergulhar mesmo.

- Tudo bem.

- Algum problema? – Pergunto, vendo ele separar suas coisas.

- Não, é que o tema é casual.

- Gato, casual na praia? Não dá. E que coisa mais doida, não sei se é reunião, confraternização, luau, porque é cedo, parece casamento.

- Não é casamento bobo.

Pessoal saímos logo em seguida, no caminho fui ensinando o Henrique a pilotar o barco, ele foi no meu colo, Heloisa e Joel estavam na proa tirando fotos, e gravando vídeos.

Ao se aproximar da praia, já recebemos o aviso dos guardas, por estar entrando em um local com banhistas. Falei com os meninos, e deixamos o barco com uma distância considerável. Um dos bombeiros veio até nos de jet-skis, para conferir se estávamos de acordo, em questão de segurança.

Falei com o cara e fui até a areia de carona, sabia que ali tinha aluguel desses Jet-skis. Aluguei dois, e deixei os meninos na areia com sua turma, e fui com a Heloisa comprar algumas bebidas.

Voltamos para ficar com os meninos, e então tive o imenso prazer de conhecer o tal Paulo. Ex namorado do Henrique.

Eu me aproximei e eles estavam conversando, Joel ao lado de Paulo e Henrique a frente. Cheguei passando a mão na cintura de Henrique e ele se vira me dando um selinho;

- Vi que abasteceram o barco. – Ele comenta sorrindo.

- Sim, vou levar vocês e num lugar muito massa logo mais...

- Beto esse é o Paulo, ex namorado do Henrique. Paulo esse é o Beto de quem o Henrique fala tanto. – Joel nos apresenta.

Sem tirar os óculos, eu pego em sua mão, ele tem um aperto de mão firme;

- Prazer Beto.

- E ai mano.

- Chegaram aqui de barco? – Ele pergunta a Henrique.

- É os pais de Beto tem uma casa aqui próximo.

- Uma mansão né querido. – Heloisa comenta.

- É tipo isso. – Henrique comenta.

- Legal. – Ele bebe algo do seu copo. – Então vão almoçar aqui? – ele pergunta.

- Não, vou levar eles na praia que falei, isso aqui está meio parado ne. – Olho ao redor.

E estava mesmo, com um som bem baixo, algumas pessoas conversando, e não sei o que estavam bebendo. Eu até experimentei do copo de Henrique.

A questão é que sai daquela praia com uma festa marcada em minha casa essa noite. Nem eu na verdade me lembro de onde partiu e se iniciou esse comentário.

Comemos algo, e seguimos para a tal praia. O local é de aguas cristalinas, perfeitas e diferente de todas as outras aqui em Angra. Com uma agua mais segura para mergulhos, Heloisa pegou uma das pranchas, e ficou próximo ao barco, eu fui com o Henrique para a areia, andamos um pouco e mostrei a ele uma das vistas que eu conhecia desde criança. E depois voltamos para o barco, eu ajudei ele a subir, e depois Heloisa, logo em seguida o Joel, pois ou você tinha ajuda de cima ou de baixo, como eu já estava na agua, porque não?

Aí é que está, fui ajudar ele e meio que “pegando” demais em Joel;

- Força com os braços aqui, e eu vou te ajudar aqui, vai pisar aqui, ok. – Coloco sua perna na minha coxa.

Para que ele possa usar de impulso. Mas quando ele faz força, meio que sua perna desce e dou uma encoxada em Joel.

Eu fiquei sem graça, mas como ele não esboçou nada, na segunda tentativa consegui ajudar ele.

Seguimos para casa, pois tínhamos que arrumar e preparar para uma festa.

Primeira coisa que falei para Elizabete, chamar as meninas que arrumavam a casa.

Heloisa e Joel saíram para completar as bebidas, e algumas coisas para comer. Tomei um banho com Henrique, e ajudamos os meninos a descer as coisas do carro.

Eu já liguei o som, preparamos algumas coisas, e começou a chegar algumas pessoas, aos poucos tínhamos uma turma legal já. Na área das piscinas, bebendo e conversando, mas a maioria dançando.

Em um dos momentos vou no quarto, pegar uma toalha, pois Heloisa pulou na agua me molhando todo.

Ao fechar a porta vejo o Joel no corredor, que também estava assim como eu.

- Heloisa? – Pergunto?

- Não, todo mundo pulou na agua.

Eu rindo entrego a toalha para ele;

- Aqui.

- Obrigado. – Ele agradece, mas fica impedindo de que eu possa passar.

Joel se estica, fechando os olhos, para me beijar, eu afastei meio que assustado, ele olha e diz;

- Desculpa, acho que pensei...

- Pensou errado, já interrompo ele.

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