• @rgpatrickoficial

Caprichos do Acaso - Capitulo 5

~BETO


Henrique já não queria entrar no carro por causa da areia, e agora, não queria de forma alguma entrar na minha casa, disse ele que iria sujar;

- Deixa de frescura Henrique, entra logo.

Ele vai pisando todo sem jeito;

- Já fala onde é o banheiro. – Ele olha as portas.

- Segue o corredor, a primeira porta a direita. – Aponto para ele. – Tem toalha no armário embaixo.

Henrique entrou para tomar um banho, e eu já ligando para meu amigo do restaurante embaixo do prédio, para preparar tudo bem rápido. Iria fazer uma surpresa para ele.

Fui no meu quarto, peguei algumas roupas e deixei separadas na cama para ele que sai todo sem graça olhando ao redor e chama do corredor;

- Beto.

- No quarto. – Respondo em voz alta. – Olha separei essas camisetas, tem bermudas, e você deu sorte, Heloisa sempre me presenteia com cuecas no meu aniversario, aquelas eu nem abri a embalagem. – Mostro a ele.

- Rsrs, obrigado.

Mano, ele estava com a toalha envolvida na cintura, aquele cabelinho molhado, eu tive que aproximar. Beijei sua boca e aperto sua bunda sobre aquele tecido macio.

Ele imediatamente abre um sorriso “lerdo”, e eu saio, todo bobo;

- Vou te deixar em paz. Colocar uma música para a gente. – Fecho a porta do quarto.

Foi ligar a JBL, e escuto alguém na porta. A abro recebendo os meninos do restaurante.

Foi uma cena engraçada, pois rapidamente ajudo eles mostrando a mesa correndo, montam as coisas, ascendo as velas, e até tiro uma gorjeta do bolso para os três rapazes.

Henrique saiu do quarto, eu estava frente a mesa, ele tinha minha visão, de algumas velas e da mesa montada;

- Pronto? – Digo com as mãos frente o corpo.

Ele leva a mão no rosto, muito envergonhado;

- Não acredito nisso Beto! Pensei que a gente iria sair.

- Queria fazer uma surpresa. – Aproximo beijando ele.

- Que fofo gente. – Ele me abraça, olhando as coisas atrás.

- Nossa! – Afasto Henrique olhando sua roupa. – Não sei quem vestiu você, mas ficou gostoso viu.

Ele abre um sorriso e levanta a camiseta, mostrando parte da barriga e do pacote que formou da bermuda apertada;

- Acho que está um pouco pequena.

- Sim, um pouco.

Todo formal, puxei a cadeira para ele se sentar, servi o vinho e ele se sentou olhando os pratos;

- Você cozinha? – Ele já perguntou sabendo a resposta.

Me sento, colocando o guardanapo, e respondendo ele;

- Sim, café e ovo, já falei pra você.

Ele rindo experimenta o vinho. Deixei umas músicas ambientes, e acho que nada que tinha vivido com alguém se comparava naquele momento. Henrique então experimenta a carne;

- Isso está muito bom.... É molho de chocolate? – Ele limpa o canto da boca.

- É? – Pergunto pegando a faca e cortando o filé. – Eu não... Carne com chocolate? Que genial. – Falo pegando a colher e me servindo de mais molho.

Henrique chegou a engasgar de tanto rir de mim;

- Para idiota! Eu nunca tinha comido algo assim, é perfeito. É doce, mas é salgado, tipo, que combinação!

- Filé mignon com chocolate deveria ser uma das maravilhas do mundo. – Ele bebe um gole do vinho.

- Acho que não. – Falo colocando a mão frente a boca.

- Claro que sim, fale algo mais perfeito que esse prato Beto? – Ele diz com a cara séria.

- Você.

Ele até segurou, olha sério, mas abre um sorriso, de bochechas rosadas, Henrique desse a cabeça escondendo frente sua mão que segurava o talher.

- Bobo.

- Então, você trabalha amanhã? – Pergunto.

- Sim, tenho um ensaio pela manhã, e depois do almoço vou para construtora. – Ele volta a comer.

- Como funciona isso, você é modelo Henrique, e sempre vai para a empresa? Tipo, todo dia?

- Sim, negócio de família. - Ele gesticula com a mão. - Meus pais não aceitam muito bem isso de ser modelo, dizem que não vou ter futuro.

- Haha’ imagina. Pois eu faço isso como um extra, para ajudar o Augusto... – Gesticulo dizendo. – Conhece ele.

- Sim, já fotografei com ele... mas isso vai mudar, tem uns trabalhos grandes, com maior visibilidade se aproximando, preciso só mostrar para eles que é sim, uma profissão.

- Você é foda, vai conseguir. – Digo finalizando meu prato.

Pego o guardanapo me limpando, e bebendo pouco da agua;

- E você que faz além de surfar, jogar futevôlei na praia?

- Uns extras como modelo. – Ele abre um sorriso. – Estou tirando um ano sabático de família, e afazeres.

Henrique deixa os talheres, e limpa a boca, dizendo;

- Nossa como eu deveria ter feito isso!

- Não vai comer mais? – Mostro seu prato ainda pela metade.

- Não estou cheio, obrigado.

- Ah não vou desperdiçar não, posso? – Aponto para o prato.

- Pode. – Ele fala com um sorriso.

Henrique pega o seu prato me entrega, e olha duas cloches na parte de baixo do carrinho;

- Isso é. – Ele se estica levantando uma delas. – É sobremesa Beto.

- Gente, eles estão de parabéns hoje. – Falo mastigando. – Pode.... Pode pegar. – Falo a ele.

Henrique é o tipo de cara de “classe”, que faz as coisas certinhas, que termina de comer, e junta os talheres colocando a direita do prato. O que usa guardanapo sobe as pernas. É o cara que te aguarda comer para comer a sobremesa. Ele tinha um lado delicado, mas de uma forma tão perfeita, perfeita para mim no caso. Já eu, sou o cara que come o meu prato, e o dele, sem ter vergonha alguma, ou o que experimenta o prato da pessoa, que ri e fala alto.

A sobremesa ele limpou o prato, Henrique gostou mais do vinho que eu;

- (...) Ele é perfeito Beto, conversa bem tanto com o prato que tem um agridoce, quanto com a sobremesa, a escolha foi certa, ele não é seco, e....

- Eu não entendo de vinhos Henrique. - Interrompo ele. - Eu gosto sabe, bebo as vezes, mas me julgue. – Mostro as palmas das mãos a ele. – Preferia uma cerveja aqui. – Já termino a frase rindo, e ele chacoalha a cabeça que não, desenhada aquele sorriso perfeito.

Terminamos de comer, e ele chegou na sacada do apartamento, segurando a taça de vinho, enquanto eu estava bebendo agua;

- Tem uma vista muito linda. – Ele comenta olhando.

- Quer ver algo Foda? – Pergunto ao seu lado.

- Quero.

- Vem comigo. – Puxo sua mão.

Saímos do apartamento, e subimos pelas escadas;

- Meu Deus onde vamos Beto?

- Calma.

Ele vem com cuidado com a taça, abro a porta de segurança, que dá acesso a casa de maquinas do elevador, e então mais duas portas, o terraço do prédio.

A brisa do vento forte chacoalhava nossas roupas, tínhamos que se equilibrar;

- Aqui, senta aqui. – Mostro a ele lado de um local mais seguro.

Ele calado até então, senta do meu lado, colocando a taça ao lado;

- Não tem nada a dizer? – Aperto sua mão.

- É muito lindo isso aqui. – Ele ainda olhava ao redor.

Henrique estava segurando minha mão, olhando o horizonte, os prédios, a praia;

- Essa cidade realmente é muito perfeita.

- Henrique. – Puxo sua perna para cima da minha. – Quero e falar algo.

- Oi.

Pego sua mão segurando, e fazendo carinho, puxo, pois, queria olhar dentro dos seus olhos.

- Falar que amo você é algo muito forte. Muito forte! Mas Henrique, não sei o que sinto, mas não quero ficar longe, você me acalma, me deixa feliz, é maravilhoso estar com você.

- Eu sinto o mesmo Beto.

- Ei, olha aqui. – Chacoalho sua mão. – Nunca senti isso por ninguém, nunca falei isso para ninguém na minha vida. Você já é muito importante para mim.

- Você também. – Ele aproxima fazendo carinho em meu cabelo.

Beijo sua boca, segurando com força, e então o abraço, com mais força ainda, sentindo cheiro do seu perfume importado.

Ficamos ali, juntos, ele com a cabeça em meu ombro, segurando sua mão, fazendo carinho em seu cabelo, só por mim, por ele, por nós, a companhia era o importante.

Descemos depois de algumas horas;

- Vou arrumar a cama para deitarmos. – Falo ligando a luz do quarto. – Vai dormir aqui né? – Falo olhando para ele.

- Sim, mas tenho que avisar minha mãe. – Ele vai até seu celular.

Eu arrumo a cama, e vou na sala pegar meu celular para colocar para carregar, e voltamos juntos, deitando.

Ele tira a bermuda e a camisa, eu faço o mesmo. Ah me perdoem, mas impossível só dormir.

Henrique veio por cima de mim beijando, logo minha mão estava por dentro de sua cueca, ou minha, tanto faz, massageando sua bunda lisa.

Ele desceu sua mão e apertava de um jeito meu membro que não podia brincar muito que logo gozaria, ele estava me deixando louco.

Henrique foi beijando minha barriga e mordendo quando sua boca chegou quente e molhada na cabeça do meu membro que estava a ponto de “pedra”, pensei “agora gozei”, pois é tive que pensar em outra coisa para conseguir aproveitar aquela boca, não demorou muito ele não engolia todo ele mas fazia mágica com a língua eu não aquentei e bati uma na sua boca.

Voltei a beijá-lo e sentia o meu sabor em sua própria boca, coloquei ele de quatro e mordi sua bunda passava a língua de cima a baixo.

De costas pra mim, com as pernas abertas fui penetrando nele que gemia, ele pediu pra eu ir devagar, esperei um pouco e mexendo lentamente ele sede, eu enfiava fundo em Henrique que gemia com uma voz rouca e grave, aquilo me deixava louco de tesão ver ele sentindo todo meu membro enterrado nele, e daquela forma que gemia, eu puxava seu cabelo e ele sorria, se masturbando, logo gozou eu aproveitei e bombeei forte, como nunca havia feito ele chegou a gemer alto, gozei muito dentro dele, cada jorrada de esperma era como se minhas forças saiam junto. Caímos naquela cama, respirando fundo;

- Não sei se já te falei isso, mas Beto você é muito gostoso.

- Nossa... Será que fazem casamentos essas horas? – Falo rindo.

Pegamos no sono abraçados ali.

Eu acordo com ele desligando o despertador, ainda sem forças, fico olhando Henrique se levantar de cueca e ir para o banheiro, quando volta, eu me sento na cama;

- Posso? – Ele se refere a cortina.

- Sim.

- Tem uma roupa para me emprestar? Tenho que ir em casa me trocar primeiro. – Ele comenta.

- Sim, vou arrumar para você. – Levanto indo ao closet.

Abro as portas meio que indeciso. Henrique aproxima passando as mãos em minha cintura e frente do meu corpo, uma delas frente a minha cueca, beija meu ombro;

- Pode ser qualquer uma.

- Aqui são mais formais, rsrs. Essas mais de surfe, fica à vontade, tudo bem. – Viro beijando sua boca. – Escolhe, que vou no banheiro. – Digo saindo.

Aproveito para ligar a cafeteira, e conferir o que tinha nos armários para tomar café, e ó café mesmo, rsrs.

Fui no quarto ele estava colocando a roupa dele em uma sacola, e eu pego uma camiseta;

- Ficou bem essa calça em você. – Digo colocando meu tênis.

- Obrigado... E você que faz hoje? – Ele pergunta frente ao espelho.

- Vou ao trabalho da Heloisa, e depois surfar.

- E no feriado Beto? – Henrique ajeita seu cabelo.

- Ainda não sei. Aceita café? – Vou saindo do quarto.

- Sim, por favor.

Sirvo as xicaras, e ele vem até o balcão.

- Ei tem o jogo do Flamengo hoje, acho que vou com o Augusto. – Acabo me lembrando ao olhar os ingressos na bancada. – Vem comigo.

- Não, obrigado, tenho prova na faculdade hoje.

Dou a volta, beijando o pescoço dele, e sentando em sua frente;

- Te falar. – Ele coloca a mão em minha perna. – Vou com Joel para Angra esse feriado, vai uma galera da faculdade, porque não vem com a gente? O hotel é muito bonito, vai gostar.

- Huuum. – Fico fazendo barulho com um biquinho e olhando ele. – Que tal eu te fazer uma proposta? Eu vou com você e tu deixa seu amigo aqui?

Ele abre um sorriso;

- Dá uma chance para ele Beto! Por favor.

Abaixo a cabeça em seu colo, e volto respondendo;

- Ele me odeia, Joel julga as pessoas sem conhecer, não gosto de gente assim.

- Por mim. – Ele me dá um selinho.

- Tudo bem.... Mas fazemos assim. Vou arrastar a Heloisa do trabalho, e vamos para casa do meu pai em Angra. Aí ficamos mais confortáveis. Odeio hotéis. Que tal?

- Tudo bem, vou falar com o Joel.

- Ok, vou ligar para eles então pedir a casa, e decidimos o horário depois.

- Tudo bem, agora eu tenho que ir.

- Vou descer com você.


~HENRIQUE


Imaginem convencer o Joel a ir nessa viagem com a gente, eu e Beto. Passei todas as cinco aulas da faculdade no pé dele.

- (...) Henrique, todo mundo vai ficar naquele resort foda e eu não vou para o barraco dos pais do seu namorado.

- Para com isso Joel, ele se prontificou com a casa e de estar aberto com você. Eu estou pedindo, pelo menos vai com a gente.

- Ai meu Deus! Eu vou com vocês, mas chegando lá eu vou para o hotel.

- Tudo bem, e vê se faz uma força para ser gentil com ele Joel.

- Está pedindo demais Henrique.... Saímos amanhã que horas?

- As onze da manhã.

- Porque? – Ele coloca as mãos na cintura.

- Beto disse que não demora muito.

- Vamos tele transportar então, quase três horas de carro amor, vamos perder metade do dia.

- Vou falar com ele.... Dorme na minha casa hoje.

- Tudo bem... – Vimos o Paulo com a turma da sala dele e Joel pergunta. – Já falou para o Paulo que não vão ficar no mesmo quarto?

- Aff, esqueci que organizei essa viagem com ele. – Coloco as mãos na cara. – Poderia falar com ele para mim né?

- Não, nem vem, já vou ir segurando vela amanhã.

- Ah Joel! – Empurro ele.

Nem preciso sair do banco que estava, ele nos viu e se aproximou. Paulo sentou do meu lado, com a mão em minha perna;

- Não falamos de amanhã. – Ele sorri.

- Pois é, estava conversando com o Joel isso agora.

- Meu pai emprestou o carro dele, que horas te pego?

Passo a mão no cabelo olhando Joel;

- Paulo, vou com o Beto.

- Nós vamos, ele me obrigou. – Joel diz.

- Tudo bem, nós vimos no hotel então?

- Pais do Beto tem casa na cidade, falei que iria ficar com ele.

- A família dele tem dinheiro assim? – Paulo pergunta.

- Não, são uns pés rapados. – Joel interrompe.

- Não sei, não perguntei esse tipo de coisa. – Respondo meio bravo.

Me levanto do meio deles e Joel aproveita;

- Bom que vai também Paulo, assim a humilhação com o boy do Henrique pode ser vista por mais um.

- Cala a boca Joel. – Falo com ele.

- Eu iria de BMW Henrique. – Ele aponta para o Paulo. – Agora vou de Chevrolet, no Cruze antigo do seu namorado.

- Chega de vocês por hoje. – Deixo eles e saio.

Juntos são impossíveis.

No dia seguinte, como o Joel havia se recusado a dormir lá em casa, fui pela manhã até sua casa, para ajudar com as malas.

Paulo passou por nós, dizendo que ainda havia tempo de aceitar sua carona, pois iria sozinho no carro fodão do pai dele, recusei é claro, confiando em Beto.

As onze da manhã em ponto o porteiro pede autorização para Beto entrar no condomínio.

Ele entra estacionando o carro frente o estacionamento, e desce vindo ao meu encontro. Vejo a Heloisa retocando a maquiagem no banco da frente.

Ele se aproxima e me beija;

- Hum, saudade de você.

- Eu também. – Respondo com um sorriso.

- Oi, tudo bem. – Beto cumprimenta Joel.

- Sim, obrigado.

Beto abre o porta malas, e Joel simplesmente entra no carro deixando as malas para nós guardamos.

Bem entramos, a Heloisa cumprimentamos no carro, ela estava brava pois o Beto falou a hora errada para ela, que estava terminando de se arrumar no carro.

Saímos do condomínio seguindo em direção a auto estrada, até então tudo bem, todos conversando, Heloisa e Joel arrumaram um assunto de pessoas “Vegans” que meu Deus, era isso o tempo todo.

Até Beto mudar a direção, seguindo pela via contraria, eu já achando estranho, vejo uma placa de direção de Angra dos Reis passar do outro lado. Joel se cala e eu questiono;

- Para onde estamos indo?

- Para Angra ué.

- Mas fica para outro lado.

- Ah, calma, é um atalho. – Ele diz, seguindo normalmente.

- Me conta quem é a cabeleira que você vai.... Essas mechas estão perfeitas, a última que eu fui fez isso acredita. – Heloisa mostra os fios verdes para Joel.

E eu ainda ligado no trajeto que Beto fazia.

Ele então entra sentido a Lagoa Rodrigo de Freitas, e anda mais alguns metros, e entra um grande estacionamento, seguindo para um portão de grades alto.eu prestando atenção em Joel e Heloisa, não consigo ler a placa.

- Olá Bom dia... – Ele diz no interfone.

- Bom dia, nome senhor?

- Alberto Tavares.

Beto responde e os portões se abrem, e então entendi tudo. Era um heliporto, o Heliporto da Lagoa Rodrigo de Freitas, muito conhecido aqui na cidade.

Ele para o carro em um estacionamento interno, próximo as pistas, e logo vem dois rapazes, um deles abre o porta malas pegando as nossas coisas, e o outro vem cumprimentando o Beto;

- Bom dia, como vai.... Quanto tempo senhor.

- E aí mano, pois é trabalhando muito. - Beto fala andando com o garoto.

- Devem pousar a qualquer momento. - O rapaz olha a pista.

- Tudo bem, sem problemas. – Ele bate nas costas do garoto.

Beto estava de bermuda, e camiseta regata, óculos escuros, chaves e celular nas mãos. Ele se aproxima pegando na minha mão e fala próximo ao ouvido;

- Vai querer ir no banheiro? Tomar uma agua, o voo dura uns minutos.

- Estou bem.

E então temos a visão do helicóptero apontando na lagoa, ele toma direção e vem para o pouso. O vento muito forte muito mesmo! Beto fala com Heloisa e Joel, para se querem fazer o mesmo, banheiro e agua. Foi o tempo para embarcamos.

Eu sentado do lado de Joel, Beto a frente e Heloisa do nosso lado. Meu amigo me deu uma olhada, tipo que merda está acontecendo. Eu pensava o mesmo.

Levantamos voo, com uma das visões inacreditáveis, a coisa mais linda do mundo, ter a visão do Rio de Janeiro aqui de cima.

Fizemos um grande percurso sobre o mar, um verde maravilhoso, era obvio que tiramos muitas fotos e vídeos é claro, de todo o caminho.

33 visualizações
Assine para ser o primeiro a receber os capítulos 

Siga a gente:

©2015 por Armário Erótico Todos Direitos Reservados. Criado orgulhosamente com Richardson Garcia