• @richardsongaarcia

Caprichos do Acaso - Capitulo 02

Pedi que ele entrasse e peguei o açúcar, conversamos um pouco e ele saiu se desculpando por chamar.


#Henrique


Joel meu melhor amigo e vizinho estava na minha casa, depois de tomar um banho ele estava na minha cama eu sai e fui vestir roupa;

- Joel aqui dentro não.

- Que foi dessa vez?

- Meus país podem sentir, se quiser vai fumar na sacada.

- Tá ficando mais chato a cada dia.

Ele sentou perto da janela fumando.

- Joel conheci um cara.

- Quem? Como assim?

- Um tal de Beto, mora aqui no Rio.

- E como conheceu ele?

- Por acaso.

- Que família ele pertence?

- Não sei.

- Tá falando de um pé rapado é bonito?

- Tem uma beleza similar que me chamou a atenção.

- Já deu para ele?

- Não Joel, eu acho que estou apaixonado por ele.

- Ah Henrique conta outra, apaixonado por quem nem conhece, sai dessa, vou em casa me preparar para mais tarde.

- O que tem mais tarde?

- Festa dos Angeloni, o filho do governador vai estar lá.

- Ah era só o que me faltava.

Sempre fui dessa classe diferente de todos, Joel meu amigo era filho de médicos e adorava estar nesse meio, era metido e exibido, pouco diferente de mim, mas eu confiava nele, a festa que iríamos era de uma família conceituada da cidade, resumindo íamos puxar saco, meus país eram empresários do ramo de imóveis.

À noite cheguei com minha mãe como meu pai não pode ir eu tinha que fazer as honras e ficar sempre com ela, após o coquetel ela me deixou mais à vontade eu fiquei com Joel é uma amiga metida dele quando vejo o filho do governador se aproximar, eu já estava com uma cara péssima.

- Vou sair daqui. Falei me virando.

- Henrique espera fica aqui.

- Olá boa noite. Paulo se aproximou e comprimento todos, eu não disse nada só gesto com a cabeça, em meio tantas conversas soltas e fúteis;

- Licença, eu vou nessa. Falei saindo.

- Eu te acompanho. Disse Paulo vindo atrás de mim, fui para o lado de fora estava com uma taça de champanhe ele pegou colocou em um apoio na sacada,

- Saudades de você. Disse ele se aproximando para me beijar.

- Pois e. Falei virando o rosto.

- O que foi?

- Nada.

- Quer ir para um lugar mais reservado.

- Não, Paulo realmente tenho que ir.

Sai e deixei ele na sacada, minha mãe Também queria ir aproveitei e sai antes que Joel percebesse. Ao chegar em casa ele me liga;

- Henrique porque foi embora?

- Minha mãe que quis.

- Hum pensei que estava com Paulo.

- Não.

Ele me questionou mais algumas coisas e logo desliguei, subi e troquei de roupa deitei na cama abri o WhatsApp de Beto e queria mandar algo, mas, me pegava negando em pensar o que ele acharia fiquei ali me torturando por um tempo até que meu celular chama, eu tremi na hora era ele, esperei um pouco e atendi:

- Oi.

- Olá, desculpe a hora estava dormindo?

- Não, acabei de chegar de uma festa.

- Derrubou alguém lá?

- Não, e nem bebida.

- O que acha de sair comigo?

- Agora?

- Sim, estou na frente do seu condomínio, venha logo.

Desci escondido de minha mãe e sai do condomínio e Joel estava entrando, mas passou despercebido por mim.

#Beto

Estava em frente do condomínio de Henrique esperando ele, quando entrou um carro o rapaz abriu o vidro e me deu uma bela de uma encarada olhou de cima a baixo, eu fiz que não tinha interesse.

- Alberto Tavares. Disse ele se aproximando, estava com um moletom todo fofo.

- Sir Henrique Porto, trouxe camisinhas?

- Como é?

- No mínimo 15, dá para mim e você?

- Está falando sério?

- Não, só te enchendo.

- Vamos onde?

- Surpresa.

Respondi abrindo a porta do carro para ele que entrou rindo e meio sem graça, levei Henrique para o Mirante do Arvrão, quando chegamos ele nem havia descido do carro e disse;

- Nasci aqui e não conheço esse lugar.

- Pam, Pam, Pam, Paaaaam.

- Idiota.

Sentamos com aquela vista e conversamos;

Ele estava olhando para o nada e eu perguntei;

- O que está pensando?

- Se ainda vai demorar muito para beijar minha boca. Eu ri e me aproximei de seus lábios, ainda sorrindo o beijei lentamente e romântico, mas com um de meus truques, fui romântico e delicado com o beijo, mas com uma pegada forte com as mãos, ele sorriu depois do beijo,

E ficamos ali mais algum tempo, depois levei ele para casa, e fui embora nossa dormir aquela noite foi maravilhoso, acordando cedo no dia seguinte fui correr na orla, estava tão feliz que tudo para mim estava lindo naquele dia, eu estava apaixonado pelo Henrique.

Depois da corridinha de mais cedo tomei um café e fui para a academia do condomínio,

Estava finalizando os exercícios quando meu celular chama, era Heloisa;

- Sua vagabunda eu te mato, olha isso, ai meu Deus. Ela gritava como louca ao telefone.

- Helo, Heloisa, ou eu estou aqui. Disse eu bem alto para ela.

- Aí Beto, preciso de você, E da Polícia. Ela só gritava e demorou pouco para me falar onde estava, eu fui até o salão que ela havia falado, galera quando cheguei lá eu não me aguente, rachei de rir ela estava com as pontas do cabelo verde, tipo muito verde estava muito bonito, mas mulheres vocês sabem como são.

- Olha isso Beto

- Heloisa como você conseguiu?

- Essa incompetente. Apontava ela para uma novata ao fundo, a dona do salão ficava tentando acalmar ela, mas nada adiantava, eu coloquei ela no carro e voltei:

- Quanto é? Perguntei.

- Não moço, pelo amor de Deus, a menina errou eu vou resolver com ela, não vou te cobrar por isso, acalma ela tudo bem.

- Obrigado. Entrei no carro e ela estava no espelho se olhando,

- Aí ninguém pode me ver assim. Era o que era falava até a casa dela, quando descemos ela foi correndo e para sua sorte esbarrou em um rapaz, eu não o conhecia, mas ela ficou vermelha quando viu ele.

- Desculpe, cabelo bonito. Disse ele para ela que se derreteu toda.

- Obrigada. Ele saiu e entramos no elevador.

- Aí vou ficar com o cabelo verde.

- Por causa Dele?

- Você viu como ele falou.

- Já peguei, é uma moça na cama, como ele de quatro.

- Anão Alberto Está me zoando?

- To sim, não tive a sorte.

- Esse é meu nem vem, vou dar um chá de coxa nesse gato.

Resumo, Heloisa ficou com aquele cabelo verde. Fomos à praia e sentamos junto às pedras,

Estávamos falando de Henrique;

- Você mal saiu com o garoto e gosta dele assim?

- Ele é diferente dos outros.

- Tem uma vagina no meio das pernas?

- Não Heloisa não tem uma vagina no meio das pernas, isso seria um desperdício para um cara como aquele.

- Beto eu cresci com você, até já dei para você, não gostei está, só para deixar claro, hahahaha'.

- Cala a boca. Falei abaixando seu chapéu.

- Olha já vi você falar isso com vários garotos, é diferente, é bonito, é isso é aquilo, mas no final quem se dá mal é só você, quero que você seja feliz, mas cuidado com esse Henrique tudo bem?

- Está bem vou me cuidar.

- Promete?

- Prometo.... Você não gostou nem daquela posição que eu fiquei por cima de você? Ela não deixou eu terminar de falar me fez calar a boca.


#Henrique


Não me esquecia daquele beijo, daquele toque, de tudo da noite com Beto, eu estava gostando dele só não admitia esse meu sentimento, e Joel não estava gostando nada da ideia de eu estar apaixonado.

Estávamos eu, Joel e um amigo hétero nosso na piscina aqui em casa;

- Mateus está sabendo? Gritou Joel. Henrique está apaixonado.

- Não estou não, isso é coisa de sua cabeça. Responde.

- Hum e quem é o sortudo?

- Um pé rapado chamado Beto.

- Já chega Joel.

- Fica esperto em rapaz, ninguém é o que parece ser hoje em dia.

- Não se preocupem, sou maior de idade sei me cuidar sozinho.

- Ei mas é o Paulo?

- Aí eu mereço.

- Paulo caidinho por ele, mas Henrique só o despreza.

- Cara ele é milionário, tem status, e muita influência na sua família, mesmo por ser gay é um ótimo partido.

- Poise, pena que não estamos mais no século passado.

Mais tarde o Mateus foi embora fui até a cozinha e chegava governanta;

- Senhor seu celular chamando!

- Quem?

- Um tal de Beto.

- Sacoo! Falou Joel.

- Oi! Falei com uma voz tímida.

- Oi! Ouvir ele me deixava suando.

- Tudo bem?

- Tudo sim, o que vai fazer hoje a noite?

- Ah nada.

- Vamos ao "Mocellin"?

- Claro, que horas?

- Ás 20:00, combinado?

- Tudo bem, nos vemos lá.

- Até.

Desliguei o celular sem ao menos tocar no chão.

- Vai sair é? Perguntou Joel.

- Sim.

- E vão onde?

- No Mocellin.

- Ai que brega Henrique, tem mais coisa de pobre que Churrascaria?

- Ai esquece Joel.

- Vai sair que horas?

- 20:00, vou subir e me arrumar.

- Vou embora, até mais.

- Tchau.

Pessoal vou narrar de outra forma esta parte da história para melhor compreensão de vocês.

Joel estava se roendo de ciúmes de Henrique e não iria deixar tal encontro acontecer, assim que saiu foi aos carros da família e esvaziou o pneu do carro que estava na garagem, se arrumou em casa e foi alguns minutos antes para a Churrascaria onde Beto encontraria Henrique.


#Beto


Cheguei mais cedo ao Mocellin,

- Boa noite senhor, posso ajudar? Veio a recepcionista.

- Tenho uma reserva em nome de Aberto Tavares e Henrique Porto.

- Bem o senhor Henrique já chegou.

- Como?

Achei estranho, mas fiquei super feliz.

- Aqui está. Disse ela me mostrando a mesa ao que me assustei pois não era Henrique,

- Olá!

- Beto?

- Sim, e você?

- Joel Fagundes, sou amigo de Henrique!

- E cadê ele?

- Foi por isso que vim.

- E?

- Você não o conhece não é mesmo, Beto o Henrique está no momento com o Namorado dele, talvez você não conheça o Paulo filho do governador.

- Ah Namorado? Eu não acredito em você.

- Sim, olhe você mesmo. O cara me entregou o celular com algumas fotos de Henrique com outro cara eu fiquei sem reação àquela hora com uma cara de idiota.

- E porque ele não veio me falar isso?

- Até viria, mas achei melhor te contar antes que se envolvesse mais, vocês não são do mesmo mundo Beto.

- Para você é Alberto Tavares beleza. Falei me levantando e saindo daquele lugar com lágrimas nos olhos, não acreditava no que acabará de ouvir, mas também não podia negar as fotos, na hora veio o que Heloisa havia me dito, sobre ir com calma.

Cheguei na casa de Heloísa;

- Por favor sem essa de "eu avisei".

- Entra. Entrei e me afoguei em um balde de sorvete acabei dormindo por lá mesmo.


#Henrique


Terminei de me arrumar e sai, chegando no Mocellin Beto não havia chegado, sentei e esperei.... Esperei.... Esperei.

Nos primeiros 30 minutos achava que ele teve um problema, em 1 hora eu sabia que ele não viria, mesmo assim aguardei, quando o local fechou e pediram para se retirar eu tinha certeza que ele não viria, não Sabia o porquê e também não queria, imaginava será que sou eu? Ou ele? Em minha cabeça milhões de pensamentos a maioria deles maus.

Sai de lá e fui desolado para a praia, que estava deserta fiquei sentado lá por algumas horas eu acho me martirizando.

Estava sentado olhando para o mar e sentindo a brisa, quando escuto uma voz ao fundo;

- Henrique Porto, o que faz essas horas na praia, sozinho? Olhei rapidamente mas para minha infelicidade era o Paulo.

- Pensando na vida, e você? Cadê os seguranças os carros de luxo?

- Às vezes tenho que despista-los.

Disse ele sentando ao meu lado. Tudo bem?

- Não.

- Posso ajudar?

- Você me acha um idiota? Disse eu perguntando para ele, como se eu soubesse a resposta.

- Não, mas você é ingênuo Henrique, até demais.

- É eu sei disso.

Paulo me olhou e me beijou, um selinho de leve,

- Tenho que ir. Me levantei e sai.

- Henrique... Se cuida viu. Fui para casa.

Deitei, mas só isso, fiquei na cama de um lado para o outro, na manhã seguinte Joel vem até minha casa;

- Bom dia!

- E ai!

- Nossa Henrique que cara é essa?

- Nada.

- Como foi a noite?

- Não foi, não teve noite, levei um bolo.

- Hum foi mal. Descemos eu estava na mesa sentado e ele na janela fumando;

- Cigarro essas horas Joel?

- O que tem?

- Quando é que você vai dar valor as pessoas que estão do seu lado.

- Já falei, Joel sem sermão.

- Foi mal, foi mal, vai na faculdade hoje? Disse ele saindo.

- Não sei. Respondi seco para ele me deixar em paz.

#Beto

- Não dormiu nada essa noite não foi?

- Não Helo!

- Vem aqui, faz um sorriso para mim. Ela deitou e tirou uma foto.

- Vamos levanta, hoje temos trabalho juntos, e vamos sair para beber a noite.

- Não Heloisa, beber não.

- Vamos curar essa sua dor de cotovelo.

Depois do café o pessoal já estava ligando, fomos para a Praia da Urca, estavam mobilizando, tiramos muitas fotos e foi até bom para eu esfriar a cabeça;

- Beto eu To gostando deste semblante seu, vamos usar ele hoje.

- Você não sabe o porquê dessa cara. Falei brincando.

Fomos até minha casa depois da seção e sobe conosco no elevador meu vizinho, Heloisa não deixou passar despercebido;

- E ai 1230! Disse eu brincando.

- Olha Beto do 1229, tudo bem!

- Ah esse é seu vizinho? Perguntou Heloisa cumprimentando ela.

- Anderson, prazer, gostei do cabelo!

- Obrigada! Bem que você falou Beto, ele é muito lindo.

- Heloisa! Dei um empurrão nela, e ele sorriu.

- Desculpe ela é assim.

- Vamos ver um filme? Convidou Heloisa, saindo do elevador.

- Sim, vamos vou em casa deixar minhas coisas.

- Tudo bem a porta vai estar aberta.

Entramos e eu quase matei ela;

- Heloisa está louca, ele é gay está.

- Por isso mesmo.

- Eu não te falo nada.

- Vou casar você com ele.

Anderson foi até lá vimos filme e conversamos sobre tudo, Heloisa me passou vergonha como se fosse minha mãe ali do meu lado,

- Anderson vamos no Alto Vidigal, em uma festinha hoje, vamos?

- Demoro!

Saímos era 01:00 da madrugada em um baile funk, foi uma bagunça, nós aproveitamos tudo durante a noite saímos lá pelas 05:00, eu, Anderson, Heloisa e umas amigas, estava nesta situação aí.

Deixei ela em casa e fui com Anderson dirigindo pois eu estava mais para lá que para cá, entramos no elevador eu sentei no chão, ele rindo perguntou;

- Beto tudo bem?

- Sim, estou me equilibrando. Ele riu mais ainda.

Estávamos na porta do meu apartamento ele destrancou a porta eu encostado agradeci;

- Obrigado pela noite, eu não sou assim viu. Disse eu agradecendo.

- Eu que agradeço. Ele se aproximou e me beijou, já trouxe ele para dentro do meu quarto entre beijos fomos tirando a roupa, eu puxava seu cabelo com vontade no meio dos beijos, conduzia ele pela cabeça para meu peitoral e descendo até minha cueca, acho meu cassete grande, 19 cm, moreno com veias aparecendo, reto e com a glande cobrindo toda a cabeça que por sinal tinha um tamanho perfeito. Tirei minha cueca eu mesmo e fiz ele me chupar até gozar dentro de sua boca, fui ao banheiro me limpar voltei colocando a camisa atrás da cabeça e fiz com que ele ficasse de quatro, enfiei lentamente enquanto ele gemia em meu cassete nossa Delicia, ele rebolou e foi minha deixa eu comecei bombando e dando tapas na sua bunda puxando seu cabelo, me atraquei atrás daquela bunda como louco, Anderson gemia alto com minhas estocadas, logo tirei meu cassete finalizando com uma punheta e gozei nele todo coloquei e tirei mas algumas vezes e gemia de prazer, ele ainda me chupou depois disso, tomamos banho e caímos na cama como pedras.

Acordei no dia seguinte com uma tremenda dor de cabeça, olhei para o lado e vi Anderson dormindo como um anjo;

- Puta que pariu o que eu fiz? Disse eu em voz baixa, tomei um banho e sai, fui correr na orla, depois de quase uma hora parei no quiosque do Mario peguei uma água de coco, e meu celular chama, era Henrique.

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