• @rgpatrickoficial

Apenas Hoje - Relaxa Gata

#Nícolas


“Me levantei armado, o punho com dificuldade eu iria apontar para o bandido, mas Luan pula em minha frente, porem sem o colete as balas o acertam, o impacto ele caiu em Cima de mim, o bandido se escondeu para recarregar eu me levantei já fazendo os disparos contra ele, me protegi atrás do veiculo quando o outro cara aparece eu já aguardando três disparos ele cai no chão, me aproximei com a ultima bala e tirei a vida dele com uma bala na cabeça... Nícolas, Meu filho, Nícolas”

Acordei com meu pai ao lado;

- Meu filho, você não comeu o que eu trouxe.

- Não estou com fome.

- Nícolas olha, você precisa se alimentar.

- Quero estar aqui quando ele acordar!

- Eu sei Nícolas, mas sem se alimentar não vai ter forças pra nada, venha.

Eu estava sentado ao lado da cama de meu pai, e Caio foi me auxiliar pra levantar, Luan apertou a minha mão novamente, eu entendia como respostas, conversava com ele assim. Me abaixei beijei sua mão e sai para comer algo. Na lanchonete a única coisa que meu pai disse foi;

- Tem que tirar isso de sua cabeça, você não teve nada haver com isso! Não se culpe.

Somente fiz que sim com a cabeça, ele fez um carinho no rosto;

- Você é tudo pra gente.

Logo mais voltando pelo corredor Marcelo estava entremeio a porta entrando com uma enfermeira, caramba me tremi na hora, quando cheguei na porta vejo meu pai acordado, com Marcelo segurando ele;

- Não pode se levantar, Luan acalma, Deite novamente, Luan me escuta se acalma.

- Cadê o Nícolas, Marcelo cadê meu filho.

Entrei mal conseguindo me segurar meu peso nas pernas, abracei ele, nossa como chorava, Marcelo pediu um tempo com ele nos saímos do quarto, Caio ficou fazendo umas ligações, e Marcelo saiu mais a enfermeira;

- Ei garotão entra, mas sem subir na cama, ele esta em recuperação.

- Obrigado.

Entrei fechei a porta ele me olhou e me aproximei lentamente peguei a mão dele sentei no banco próximo abaixei olhando pra ele;

- Me perdoa! Por favor, não fiz por querer, fui um idiota, prometo que vou mudar!

- Vem aqui!

Ele me abraçou meio que chorando;

- Você foi muito corajoso lá, estou orgulhoso de você. Eu te amo meu filho, muito mesmo.

- Também te amo pai! Pai capitão. Rsrsrs!

#Eduardo


Na manhã de segunda-feira assim que acordei liguei para o Luis,

- Minha nossa senhora da madrugada o que aconteceu pra me ligar essas horas gato?

- Desculpe Luis, preciso que me ajude e me cubra no teste no teatro hoje, irei chegar somente após as aulas.

- Fica me devendo essa Eduardo.

- Valeu.

- Eduardo, vamos.

Disse meu pai chamando. Na revista fui ver minha tia e Leonardo;

- Bom tia Tia, bênção.

- Deus te abençoe, Como vai?

- Bem, então Onde está Leonardo?

- Não está na empresa, com seu avô aqui já sabe né.

- Sei sim.

- Veio por causa das fotos?

- Meu pai me obrigou! Disse que é importante.

- Você chamou a atenção das maiores agências Eduardo, Thiago está animado.

- Que bom.

- Eduardo, estão lhe aguardando na sala de reuniões.

- Vou nessa tia, a senhora vem?

- Já subo, diz a seu avô que estou aguardando a capa da semana.

Subi com a secretaria e percebi a movimentação  na sala de reuniões,  cara fico tranqüilo em cima de um palco, mas quando entrei todos olharam, uns executivos se levantaram, sei ao lado de meu avô muito envergonhado;

- Bem finalmente podemos começar!  Meu querido são os representantes das agencias parceiras da revista, gostariam de falar com você.

- Prazer e boa dia a todos!

Falei me sentando ao lado de meu avô;

- Diga Eduardo quando começou a carreira de modelo?

- Não comecei, nunca trabalhei de modelo, fiz as fotos a pedido de meu avô.

- Bem, sorte a nossa, juntamos pela primeira vez, para propor um trabalho em conjunto com a revista que leva seu nome, queremos você a frente de nossas representantes.

- Bem, não tenho certeza.

- Este será o investimento.

Falou o rapaz que mais se comunicava, ele abriu umas folhas e me mostrou um valor exorbitante, olhei para aquela folha, meu pai puxou e disse;

- Esse valor está certo? São três agencias fora os representantes, a imagem dele junto a seu nome está valendo isso?

- Cauã, seis milhões, por um contrato de doze meses, em três agencias, para uma pessoa que não tem experiência é demais. Eduardo?

Meu avô falou pro meu pai, e depois só me perguntou, havia uma caneta próximo ao contrato, e todos me olhando, aproveitei a deixa que meu pai impôs e joguei minhas cartas;

- Eu não vou assinar.

Falei empurrando as folhas, ai o bicho pegou, meu avô mandou todos saírem da sala;

- Por favor saiam todos!

Ficou eu, meu pai e ele, que estava sentado na minha frente, meu pai em pé pouco atrás;

- Diga o que foi?

- Nada vô, só não quero.

Ele olhou pro meu pai;

- Cauã deixe-nos a sós.

- Pai.

- Por favor Cauã.

Nossa meu avô dava medo as vezes, ele se levantou colocou café açúcar, e sentou novamente, lembro que ele misturava o café com uma mão, e me encarava para tentar intimidar;

- É o teatro não é mesmo?

- Não quero trabalhar na revista vovô.

- Você não vai trabalhar na empresa, fará trabalhos para eles, que nos divulgaremos, claro que os contratos serão assinados por nós..

- Mas será uma forma de meu pai me colocar aqui.

- Vamos fazer um acordo eu vou quebrar o contrato em seis meses e você assina, não para seu pai e sim por mim. E eu prometo que você não irá fazer trabalhos na revista.

- Promete?

- Sim. Agora vou chamar eles antes que perca mais aulas.

- Ok.

Meu avo abriu a porta, ao que todos sentaram, ele pediu os seis meses, e entregou o contrato assinado. Por mim, ele e meu pai.

De volta ao colégio a tarde estava andando com o Fabrício, indo em direção das piscinas;

- Modelo Eduardo, cara deve ser muito massa.

- É pode ser, mas... Cara olha aquela! É a Agatha?

- Mano, não percebi aquele corpo dela. Cara ela é top demais.

Falamos a longe vendo ela e mais uma amiga a beira da piscina conversando, ela estava muito linda;

- Como queria ter chance.

- Ta me zoando só pode, cara você pega até a tia do lanche, rsrsrs’. Vai falar com ela.

- Ta maluco, o que vou dizer.

- Eduardo vai logo, sei lá diz qualquer coisa.

- Não.

- Agatha!

Fabrício chamou ela que tirou o óculos, ele meio que me puxando até próximo a elas;

- Oi?

- Eduardo queria falar com você!

Ela me olhou sorrindo e eu queria morrer afogado ali mesmo;

- Queria saber se está livre hoje a noite?

- Sim, porque a pergunta.

- Gostaria de sair comigo?

- Sair? Não tem muitos locais aqui né Eduardo.

- Bem, Eu... eu posso te mostrar.

- Sim, ás 21:00 depois do jantar, tudo bem?

- Ta ok. Até.

Saímos andando um do lado do outro quase morrendo de vergonha;

- Viu foi tão difícil assim?

Olhei pra ele e empurrei pro lado onde havia umas plantas, ele caiu rindo e falando;

- Quer sair comigo?


#Ayla


- Mas não é porque ela tem uma rasteirinha que tem que ficar arrastando o pé.

- Mas esse é o nome Luis.

- Ah quer dizer que salto serve pra que? Não é porque estou de salto eu saiu dando pulos pelo colégio igual a Daiane da silva.

- É Daiane dos santos.

- Ah tanto faz. Ainda por cima com o pé rachado e a unha sem fazer, a me poupe não sou obrigada.

- Para de ser chato, nossa.

Estávamos no quarto e eu passando maquiagem e discutindo com o Luis, enquanto ele experimentava meus sapatos, foi ai que Agatha entra com roupa de banho;

- Ayla posso falar com você?

- Sim, quer que?

- Não fique Luis!

- Queria saber sobre o Eduardo, você sente algo por ele?

- Não, somos somente amigos.

- Então não se importará se eu sair com ele.

- Tipo um encontro?

- Sim.

- Não, tudo bem amiga, pode ir. Mas o Eduardo te chamou?

- Sim, ele não é um fofo.

- Que bom.

- Vou tomar um banho, com licença.

Ela subiu e eu continuei a maquiagem, quando Luis se aproximou, me olhando;

- Que foi?

- Pensei que fosse afim do Eduardo?

- Não já disse ele é meu amigo Luis.

- Sei não viu, eu não erro com minha intuição em.

- eu não gosto do Eduardo.

- Ok, então eu vou ver o Resus, acho que o Nícolas já chegou.



#Nícolas


Voltei pro colégio, o diretor prestou alguns sentimentos, e alguns colegas também, quando cheguei no meu quarto Luis estava com o Resus, ops “fumaça”, e Eduardo sentado na cama;

- Fala galera.

- E ai, está melhor?

- Sim.

Disse Eduardo me abraçando;

- E Luan, como está Nícolas?

- Está melhor Luis, logo mais ele volta pra casa. Valeu a preocupação cara.

Desfazendo a mala e jogando tudo nas gavetas, acendi um cigarro e deitei na minha cama;

- Vou sair com Agatha.

Quase me engasguei com a fumaça, me sentei na cama olhando para Eduardo, com os olhos grandes;

- Não brinca?

- Porque está afim dela?

- Bem ela e muito gostosa cara, mas tranqüilo, melhor você do que o tal Diogo.

- Ai como vocês são nojentos, a menina é amiga de vocês.

- Ah Luis eu já comi a Ayla, e mesmo assim somos amigos, freqüento a casa dela tranqüilo. Vem dizer que nunca ficou com algum amigo seu?

- Ai como são idiotas.

- Não vem aqui!

Ele se levantou pra sair, eu corri e pressionei contra a porta, ele se assustou;

- Escuta o que é conversado aqui, fica aqui.

- Não sou fofoqueiro.

Pela primeira vez vejo Luis sem graça, ele saiu e Eduardo diz;

- Pensei que fosse beijar ele.

- Sai fora mano.. Ei Eduardo pega ai!

Peguei umas camisinhas na minha gaveta e entreguei pra ele;

- Ta achando que vamos transar no primeiro encontro?

- Vai que rola, não quer estar desprevenido não é mesmo?

- Está certo, vou tomar um banho.


- Vai lá.


#Ayla


Mais tarde depois que Agatha saiu com o Eduardo, Luis havia saído e fui até o quarto dos meninos para falar com o Nícolas, quando estava chegando Fabrício saindo do quarto;

- Oi.

- Boa Noite Ayla, olha Eduardo não está.

- Vim falar com o Nico.

- Entre, até mais.

- Até.

Ele saiu e fechei a porta;

- Nico’?

- Eu estava no banho.

Ele saiu do chuveiro enrolado na toalha, estava com o cabelo molhado e as tatuagens a mostra deixando seu corpo bem desenhado,

- Quer que eu espere lá fora?

- Não há nada aqui que você já não tenha visto.

Acho que ele havia percebido que eu fiquei sem graça e aproveitou da situação, ele deu alguns passos em minha direção secando o cabelo com outra toalha;

- Nico’ nem cheg...

Ele pegou na minha cintura me beijando, me ergueu virando e caindo na sua cama, a lembrança daquela pegada forte veio como um fogo em meu corpo, ele passou as mãos em meus peitos, colocando-as por baixo da blusa;

- Não, acho melhor não, pode entrar alguém, e tem os meninos.


- Relaxa gata, já fizemos isso um milhão de vezes.

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