• @rgpatrickoficial

Apenas Hoje - Isso é só um aviso

- Cala a boca. Vamos Meninas.

Quando descemos  e Nícolas viu o Luis estacionando uma BMW, ele quase abraçou o carro;

- Ta me zoando que você está de BMW?

- Ouhn ele entende de carros. Vamos meninas entrem.

Ele me deu uma olhada;

- Que foi? Estamos de Evoque, tem coisa mais foda que esse carro.

- Tem! Uma BMW.

- Para de choramingar sua masculinidade, e vamos logo gatinho.

Luis não perdia a oportunidade de zoar o Nico. Entramos e seguimos, eles bem próximos a nós;

- Fabrício manda mensagem para Ayla dizendo que o Cauã não sabe que Eduardo vai sair. Para o Luis não buzinar e de farol apagado.

- Beleza.

Entramos no condomínio e ele estava na guarita com os seguranças;

- Carona?

- Elas estão de BMW?

- Eu falei Fabrício.

Comecei a rir dos dois, enquanto Luis chegava o carro do nosso lado, Agatha entra no banco de trás com o Eduardo;

- Agora você me siga Nícolas.

O Luis saiu cantando pneu, Nícolas dirigia muito bem, mesmo assim eu estava com medo, olhei para o banco de trás e Eduardo estava abraçado com Agatha, bem tranquilos. Chegamos na quadra da boate onde havia muitos carros estacionando e Luis estacionou logo atrás, Nícolas e Ayla desceram;

- Onde estão?

- Ali, já estão vindo.

- Quem?

Perguntei, olhando da janela logo vejo dois seguranças da boate se aproximar, eles cumprimentaram Ayla como se fossem conhecidos  dela e de Nícolas, eles subiram nos carros dirigindo, ai que fui entender.

Havia muitos jornalistas como se todos sabiam daquela festa. O segurança dirigiu esse pequeno trajeto até a porta da boate ao abrir a porta e quase não enxerguei por tantos flashs, quando Nícolas desceu, a segurança teve que intervir, mas nada comparado a Eduardo, eles demoraram a chegar à entrada com tantas pessoas ao redor.

- Boa Noite a todos, bem senhores o lugar de vocês está reservado, por favor me sigam.

#Nícolas

Thiago pensou em tudo e deixou organizado como combinado, Ayla me ajudou um pouco, mas não curte quando entrei, havia muitos gays e Eduardo estava com Agatha, Fabrício com Ayla, eles se sentaram no camarote eu e Luis em pé, olhamos um pro outro, todos riram;

- Vou descer, e dar uma volta.

Senti-me em uma boate gay, o bom era as musicas, sempre de momento e muito agitadas, dei uma volta no meio da galera, dancei com uma garota, nos beijamos e peguei o numero do telefone dela, saindo da pista de dança vejo Luis bravo com um cara, eu estava com dificuldade de me aproximar, aparentemente o cara estava dando em cima e ele não estava afim, me aproximei passando a mão em seu pescoço;

- Algum problema Luis?

- Só esse inconveniente!

- Posso ajudar?

Perguntei pra ele, que só se virou e saiu, olho para trás e Luis também se dispersou, voltei umas duas vezes ao camarote e Fabrício havia conseguido pegar Ayla, deixei os dois a sós e começaram a tocar funk, dancei com uns caras e peguei uma bebida sem álcool no bar, estava esperando, gravando o numero da tal garota no telefone, quando um cara se aproxima, se apóia no balcão;

- E ai cara?

Olhei  e levantei a sobrancelha cumprimentando;

- Não é querendo ser grosseiro, mas (...)

Ele se virou e falou próximo ao meu ouvido;

- (...) Você é muito gostoso, chuparia você todo.

Ele disse fazendo sinal para eu segui-lo até o banheiro, eu ri na hora, fiquei sem graça, a minha bebida chegou, olhei pra ela pensando, “O que estou fazendo?”.

Fui para o banheiro ele entrou em um Box e deixou a porta aberta, entrei atrás dele, que sentou no vaso sanitário abrindo minha calça, pensei vou dar uma gozada na boca dele e voltar pra festa ascendi um cigarro...

Falamos-nos que nunca isso, ou nunca aquilo, para cada um sente uma sensação, algumas pessoas são sensíveis nas mãos, outras no cabelo, eu sou no pênis, tenho bastante, claro que amo sexo, a penetração e tudo mais. Agora uma boa chupada me deixa louco. O cara acabou literalmente comigo, quando desceu minha cueca eu já estava duro, ele engoliu tudo já de primeira, senti sua garganta.

Puxei seu cabelo e para traz dizendo;

- Calma garoto, assim vou gozar na segunda vez.

Falei subindo e deixando-o ele chupar minhas bolas, logo voltou a me chupar novamente. Tudo bem tive que deixar o cigarro, não estava me concentrado, eu estava um tempo sem sexo então gozei na boca dele, e fiz ele engolir. Ai mais relaxado eu castiguei pois de tapas a cuspi, fiz ele engasgar com meu cassete forçando, desta vez demorei um pouco mais a gozar, só que estava muito gostoso não teve como segurar, que língua que boca.

- Passa seu numero cara, a gente marca algo depois.

- Vai ficar pra próxima!

Respondi saindo enquanto ele se limpava, voltei e pedi outra bebida, subi e os meninos estavam me procurando;

- Ai até que enfim, Nícolas o Luis quer ir embora!

- Tudo bem, mas cadê ele.

- Foi pegar o carro.

Respondeu a Ayla preocupara, pois ele havia bebido, fui pela saída de segurança e no estacionamento ele estava andando próximo aos carros, parei olhando ele calambiar dei uma risada;

- Ta pensando em ir aonde?

- Você! Idiota! Cachorro, eu te odeio.

- O que foi que eu fiz?

-Você ficou com o Emanuel, no banheiro masculino, que nojo Nícolas, isso é nojento até mesmo pra você.

- Ta maluco, você esta bêbado Luis, ande me entregue essa chave, você não vai dirigir.

Falei tentando pegar a chave da mão dele;

- Tira a mão de mim, desencosta, odeio você. Nícolas me solta. Se não vou gritar.

Para mobilizar Luis tive que segurar ele abraçando,

- Que foi vai me beijar agora é?

“Sim”, dei um selinho em Luis, foi bem seco e sem graça, ele fechou os olhos, então beijei novamente meio que sem jeito,  foi o que fez ele parar, não cheguei a colocar a língua na boca dele, foram só os lábios. Afastei-me soltando ele que cuspiu no chão;

- Eu quero ir embora!

- Espera aqui no carro que vou chamar os meninos.

- Ok, pode ao menos me entregar a chave do carro?

- Espera aqui!

Entrei na boate e chamei os meninos, que concordaram tranquilamente em ir embora, até porque eram 03:30 da madrugada, no carro Luis queria ir dirigindo;

- Cara na boa é melhor não você bebeu.

Disse o Eduardo todo educado, eu entreguei as chaves do carro para Fabrício;

- Você dirige, eu vou com o Eduardo e o Luis.

- Mas vamos pra onde?

- Pra casa do Luis, os pais dele estão viajando.

- Ok.

O Luis não gostou da ideia, mas convencemo-lo a entrar no carro e deitou e dormiu no banco de trás, Fabrício saiu logo com as meninas e fui com o Eduardo, no meio do caminho, parei em um posto pra abastecer,

- Enche o tanque.

O telefone de Eduardo chamou, era Ayla;

- Estamos abastecendo, pode ir, estamos logo atrás.


#Eduardo


Quando desliguei o telefone Nícolas estava pegando sua carteira;

- Vou comprar um energético aceita?

- Não...

Quando olhei para a conveniência que ficava a uns 20 metros da bomba vejo o Diogo com uma turma grande, segurei no punho de Nícolas;

- Acho melhor não cara.

Ele olhou para dentro eles e sorriu;

- Vem desça!

- Nícolas cara, isso não vai dar certo, está sendo idiota!

- Vou sozinho então.

Disse ele pegando uma arma na porta luvas colocou na cintura atrás e desceu fechando a porta, eu ja estava branco fiquei transparente, olhei para trás Luis dormindo tirei o cinto desci.

- Cara não vai fazer besteira.

- Relaxa, não faço nada se eles se comportarem.

Eu estava soando, e foi dito e feito, eles estavam todos juntos um monte de gente, o local havia umas 30 pessoas, quando Diogo viu que éramos nós, ele se levantou com uns caras e bloqueou a porta ficou parado na frente de Nícolas;

- Olha o que temos aqui! O casal mais famoso da cidade.

- Olha na boa, não queremos confusão.

- É Diogo, vamos Nícolas!

Viramos de costas e eu dei um passo e Nícolas do meu lado,

- Vão, vão para aquele ninho de gays que chamam de família.

Ah até eu fiquei bravo, Nícolas olhou rindo pra mim e se virou os caras já juntaram;

- Repete o que disse?

- Ninho de...

Nícolas o empurrou contra o vidro e segurou com a mão aberta, os caras quase que pularam em cima, Nícolas sacou a arma e apontou para o lado, como água na fogueira uns até correram. Como em uma cena de filme seu olhar voltou para Diogo que estava da minha cor, apontou a arma para a altura do peito próximo ao peito dele, se apoiou com o cotovelo no peito de Diogo bem próximo do seu rosto;

- Nunca! Nunca insulte meus pais, ou qualquer pessoa ligada a mim na minha frente... Só não apago você agora porque sinto o fedor do seu medo, exalando assim como sua covardia (...)

Ele passou o revolver no rosto de Diogo falando.

- (...) Isso é só um aviso, não terá próxima vez.

- Vamos Eduardo.

Foram segundo a cena, eu não respirei em momento algum até ele abaixar aquela arma, guardou na cintura e saímos, as pessoas haviam saído, descrevi pouco lento o que aconteceu más ocorreu em menos de um minuto e meio, quando entramos no carro;

- Nícolas ele vai ligar pro pai dele.

- Sim, eu sei disso, vamos o mais rápido que conseguir a casa de Luis esta perto.

Foram 3 quarteirões, nos pegaram. Fui pego com Nícolas quatro vezes, mas nunca com tantos policiais igual a esse dia, fomos cercados, acordei o Luis;

- Saem do veiculo com as mãos na cabeça! Agora.

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