• @richardsongaarcia

Apenas Hoje - "Infantil"

#Nícolas


- Viu Cauê? Viu Cauê? Henrique viu meu irmão?

- Nícolas eu vi ele com o Luis, os dois estavam... lá no final, nas almofadas.

- Obrigado.

Eles estavam sentado um do lado do outro, e um casal em frente uma garota gordinha e um rapaz que não conhecia;

- Achei você, então conheceu seu novo colega de quarto?

- Oi, sim. Kelly, Alex, esse é Nícolas meu irmão!

- Prazer, espero estejam cuidando bem dele em, do meu caçula?

Eles sorriram e disseram que sim, novamente o Luis se levantou e saiu, dessa vê ficou tanto na cara, que posso dizer doeu em mim;

- Acho que o Luis está bravo com você.

Disse o Cauê olhando no meio das pessoas procurando ele;

- É também acho.

- Não vai falar com ele?

- Ah Luan, já estou indo.

- Rsrsrs’ ele gosta de você, vai até ele.

Eu fui levantar cheguei a cair na almofada, olhei para eles e perguntei;

- Como disse?

- Luis, é seu amigo, ele gosta de você, vai te perdoar. Mesmo sem saber o que fez dessa vez.

- Duvido.

Falei levantando, ao me aproximar ele estava de costas pegando uma taça de champanhe, ele virou derramando um pouco na minha camisa;

- Ai desculpa. Você? Foi bem feito.

- Quero conversar com você.

- Eu não tenho nada pra falar.

- Olha pra mim acha que estou brincando? Não. Vem comigo.

Passei a mão no braço dele e saímos do salão,  em uma portinha no canto entramos era onde guardavam as bolas e cestas;

- Me solta Nícolas. Escuta aqui se não tirar suas mãos imundas de mim vou gritar, me solta!

- Fica quieto.

Entramos e encostei a porta,

- O que quer falar?

- Já saquei você, vai ficar me esnobando pelos cantos como se estivesse “de mal”, mas escuta não ligo, se for pra ser assim vou colaborar e não estar onde você estiver, não vou falar de você, como antes de te conhecer vou fazer como está fazendo, como se você não existisse.

Ele olhava para o canto e bebendo aquele champanhe.

- Olha pra mim.

Falei empurrando ele, mais para prestar atenção;

- Seu ogro, te odeio, quer saber faça isso, suma, você nunca fez falta, acha que usar a força resolve tudo, seu hipócrita.

- Está tão bêbado que não está falando nada com nada.

- A é? NICOLAS É GAY, JÁ TRANSAMOS.

Ele gritou, umas palavras enroladas, eu tampei a boca dele segurando e ele me dando tapas e murros, eu me defendendo, segurei seu rosto e beijei sua boca, minha língua demorou mas entrou ao fundo de sua boca, pressionei ele dando uma pegada muito forte, acho até que exagerei, quando me afastei ele estava calmo, até o Fabrício, que estava na porta;

- Fabrício?

- NICOLAS?

Luis teve que gritar para eu voltar em mim, Fabrício deus dois passos para trás e se virou, com um movimento só segurei na gola de sua camisa e puxei ele pra dentro fechando a porta, ele estava branco;

- Vocês dois? Ah Cara!

Disse ele com a mão no rosto!

- Viu, deve estar feliz agora, parabéns, você com suas frescuras.

- Frescuras você me beijou, ai quer saber já deu pra mim, vou.

- Não vai em lugar nenhum, fica aqui.

- Eu posso ir?

- Cala a Boca Fabrício. Ai cara. (...) eu estava perdido, sabia que não poderia inventar anda, então fui franco (...) Escuta nós não temos nada, aconteceu.

- Quer que eu guarde segredo?

- Fico te devendo essa?

- Está me devendo um monte Nícolas. Deixa eu...

Quando ele abriu a porta Agatha estava na porta, ela estava pouco bêbada, foi ate engraçado.

- Da licença.

- Vai entrar ai pra que Agatha?

- Uai, estão todos aqui dentro.

- Rsrsrs’ Venha...

Disse Fabrício saindo com ela, olhei para trás e Luis ainda pós língua pra mim, “infantil”.


#Luis


Nícolas me deixou mais bravo ainda, depois que saímos tomei mais umas duas taças de Champanhe e estava com Ayla comendo escondido;

- Gente brigadeiro é vida. Eu vou levar esses pro meu quarto.

- Vai ter dor de barriga Luis.

O sorriso se abriu  de frente para Ayla e se fechou ao ver Nícolas atracado com uma garota, fui em Fabrício que estava auxiliando Agatha;

- Olha aquilo!

- O que?

- O Nícolas quase engolindo a cabeça daquela garota.

- E daí?

- Não Vai fazer nada?

Ele me olhou tipo, “Como Assim?”. E a Agatha caiu no chão, acho que ela se apoiou em algo, não sei só ajudei ela a se levantar;

- O Nícolas ama ela, é um amor verdadeiro. Oi Luis?

Ela estava muito ruim.

- Me ajuda?

- Sim, não tenho escolha.

Ajudei a Levar Agatha para o quarto e voltei encontrando o Cauê, que estava de beijos com uma garota mais velha, no salão as pessoas mais velhas já haviam ido embora, estava tocando pop e o pessoal na pista de dana inclusive Ayla e Eduardo, como o doce cortou o efeito do álcool fui beber mais, passei pelo garçom que estava sem bandeja;

- Pode me trazer um Wisky por favor?

- De novo?

- O que disse?

- Ah desculpe não sou garçom.

- A meu bem, essa sua gravata não esta combinando.

Tirei a gravata dele, abri uns botões da camisa e subi a manga de sua camisa branca, ele agradeceu;

- Obrigado.

- Bem melhor!

- Ei você é o Luis neto da Embaixadora não é mesmo?

- Sim, agora dá o fora pingüim.

Disse Nícolas com a mão no peito do garoto, que sumiu tão rápido da minha frente que nem deu pra saber o nome dele.

- Vai ficar se pegando com outro aqui na minha frente assim, na cara dura?

Essa foi a deixa, Nícolas estava com ciúmes. Ele tinha ódio quando eu saia sem dizer nada, me virei e sai. Sua vinda atrás de mim foi automática, sai do salão com ele a uns metros atrás de mim;

- Vai me ignorar agora? Luis? LUIS?

Nos deparamos com o Cauê voltando pra festa, bem no corredor;


#Nícolas


- Que isso? Tudo certo?

- Sim, só o Luis que não quer arrumar uma amiga dele pra mim.

- Rsrs’ Vai lá.

Cauê voltou e Luis sumiu de vista, a se eu pudesse bater nele. A luz do corredor se esvaindo era a porta de seu quarto fechando, segurei com a mão, entrei e tranquei a porta.

Fui para cima de Luis beijando ele, bem na parede havia uma cômoda de gavetas, pressionei ele contra ela, passei as mãos em suas coxas subindo e colocando ele sentado em cima, tirei sua camisa e a minha, sua boca molhada beijava meu peito, mordia meu pescoço eu puxava seu cabelo para morder seu pescoço, sua nuca, puxei sua calça e desci a minha ficando os dois de cueca, peguei ele novamente e caímos na cama.

Tirei minha cueca e Luis a dele, deitei e ele veio por cima;

- Admite, que está gostando de mim, vai fala?

Ele repetia em beijos e línguas.

- Cala a Boca e me chupa!

Desci sua cabeça até meu cassete, aquela boca maravilhosa, realmente fazia milagres;

- Admito sua boca parece u... Huuuum, Puta que pariu.

Fazia um bom tempo que Luis não pagava um boquete pra mim. Aproveitei e não me contive em gozar na boca dele;

- Avisa da próxima vez.

- Rsrsrs’.

Beijei sua boca depois de ter limpado, estava salgada, não me preocupei só chupei sua língua, ele riu e dei um tapa na cara de Luis;

- Vamos pro chuveiro!

Claro que tinha que realizar o meu sonho. Entramos debaixo d’água.

- Fica de quatro.

- Vou machucar o joelho Nícolas.

- Que foi nunca ralou o joelho é!

Penetrei nele de quatro com a bunda bem empinada, nem tanto pelo tesão e sim de ouvir ele gemer, e o barulho de minhas bolas baterem em sua virilha, não judiei muito dele não. Logo peguei ele no colo  e segurando Luis. Em pé beijando sua boca e enfiando o mais fundo que conseguia em sua bunda, desci ele deixando de costas para mim e penetrei novamente, ele estava tocando uma eu gozei mas estava fodendo ele para gozar também e quem sabe eu uma terceira vez.

Rebolando e o movimento de vai e vem com muita força, segurando o cabelo dele, logo Luis gozou, dessa vez nos superamos, eu estava cansado, e ele com uma cara de puta. Tomamos um banho na água fria, eu estava me vestindo e ele deitando;

- Dorme aqui.

- Acho melhor não.


- Ah Nícolas, vem, deita aqui vai.

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