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Apenas Hoje - Eu amo a Ayla cara

#Nícolas


Depois que o Thiago chegou e fizemos a surpresa ele ficou bravo, kkkk’, por ser o ultimo a saber, mas foi legal, eu estava procurando o Cauê que não achei em lugar nenhum, havia poucas pessoas mas a casa era quase um mundo inteiro.

Quando o localizei chegou a subir um calafrio nas contas, ele estava na maior risada com o Luis no sofá, cheguei perto deles meio desconfiado;

- Luis!

- Oi gatinho!

- É tudo bem com vocês?

- Sim, Nícolas senta aqui, ele tem cada historia vale a pena ouvir.

- Hum, sei que seria ótimo, mas estão colocando a mesa, vamos?

O jantar estava sendo servido, agora vocês imaginem a cena, Thiago, Marcelo, Caio, Luan, Beto, Henrique, Heitor, Leonardo, Cauã, Amanda, Heloísa, Gustavo, Ayla, Agatha, Luis, Gabriel, Adrian, Cauê, Eduardo, Eu, Fabrício, fora as pessoas que não falei aqui, tudo em uma mesa, comendo e falando besteira, até tentaram ser elegantes e comportados, mas sem sucesso. Esse time de era realmente DEMAIS.

Luis a minha direita, Fabrício a minha esquerda, Eduardo na minha frente e ao lado dele, Ayla e Agatha, e Cauê estava mais afastado conversando com o Henrique, nos 6 nem comemos direito só estávamos bebendo mesmo e conversando, eu estava tomando um vinho tinto, acho que os vinhos daquela casa realmente se sobresaiam, o Luis estava me acompanhando e Fabrício e Eduardo tomando Wisky, pois é estávamos mais pra lá do que pra cá.

Nessa altura só estávamos nos na mesa, eles dispersaram na sala, Amanda dançando com Cauã, até meu pai Caio estava dançando com a Heloísa, é estavam todos animadinhos, mas onde quero chegar é em Luis.

Ele já estava tomando champanhe, e estava pouco alegre, no meio das conversar senti sua mão se aproximar passando pelas minhas coxas e chegar no meu volume, até então tudo bem, olhei pra ele que abriu um sorriso, quando Luis apertou, de uma forma “gostosa” eu cheguei a dar um pulinho de leve na cadeira, derramei um pouco de vinho na camisa, todos me olharam;

- Esse vinho está com um gosto diferente.

Falei extremamente sem graça;

- Mas Nico’ você já bebeu uma garrafa.

Disse Eduardo rachando de rir, minha cara de lua então já imaginaram não é mesmo;

- Bem vou no banheiro ver se tiro essa mancha.

Sai e o Cauê estava indo embora, despedi deles e subi as escadas fui no banheiro ao lado do quarto do Eduardo, o corredor estava escuro fui colocando a mão para achar a porta, entrei acendi a luz e me olhei no espero, arrumei o cabelo, liguei a torneira que parecia de outro planeta e joguei uma água no rosto, seguei com a toalha e tirei a camisa, estava com ela suspensa procurando a mancha e Luis praticamente cai dentro do banheiro;

- Cara está bem? Se machucou?

Quando falei isso ele chutou a porta que fechou, pois é ele estava quase ao chão;

- Estou ótimo, foi só difícil de subir as escadas.

- Levanta ai.

Ele se sentou na privada, o cabelo estava no olho eu tirei ele sorriu e me beijou, eu empurrei ele cuidadosamente e falei;

- Luis aqui não.

Me levantei e peguei a camisa na pia, ele veio pro meu lado me beijando, mordendo o pescoço, eu segurando ele meio desajeitado;

- Luis não beleza.

Eu estava com álcool no sangue estava com tesão só de estar naquela situação e ele aproveitou. Puta que o pariu ele colocou as mãos na minha cueca e ele só poderia ter veludo nas mãos, a pegada era com jeito nada desajeitada, ele me punhetou algumas vezes dentro da calça;

- Cara não dá pra te fuder aqui dentro...

Eu estava falando quando ele desceu para me chupar, deveria ser o álcool. Quase subi naquela parede, uma mão em cada extremidades de parede a parede, Luis não me pagava somente um boquete, ele punhetava com uma mão, chupava e com a outra ainda ficava acariciando minhas bolas, como brinquedos, o movimento estava frenético eu respirava fundo, seus lábios passando pela cabeça do meu cassete, dançando entre sua língua, quando ele se engasgava eu ficava nas pontas dos pés, suas mãos dançando do meu peitoral a até meus pentelhos, isso tudo em poucos minutos até eu não me segurar mais e com a mão firmemente segurando o cabelo de Luis literalmente fodendo sua garganta, foram uns 3 a 4 jatos de porra direto em sua boca, ele até deixou cair no chão mas engoliu tudo, ah ok, mas eu fiquei explodindo de tesão vendo a cena, quando foi limpar meu cassete com a boca, acho que estava sensível demais, acabei protegendo;

- Huuuum, espera ai. Caramba.

Ele me limpou se limpou, dessa vez eu estava sentado na privada, caramba o cara havia me esgotado.


#Eduardo


Finalmente consegui levar a Agatha pro meu quarto, estava na dela a noite inteira pra ela liberar pra mim, pois não queria porque haviam bastante pessoas em casa, mas logo veio a deixa e subimos disfarçando, quando abri a porta beijando sua boca com a mão na sua bunda, ela passou a mão ligando a luz e vejo o Nícolas deitado no sofá e o Luis na minha cama, estavam praticamente mortos.


#Cauê


- Cancún, Cauê? Nunca viajou para tão longe sozinho filho.

- Pai vou com o Nícolas, meu irmão se lembra?

- Gabriel tem razão Cauê, não sei se é uma boa ideia, Nícolas pode até ser seu irmão, mas me parece pouco fora de “controle”.

- Pai, vou me cuidar, e afinal é férias, não estou afim de ficar na fazenda.

- Certo, mas na segunda-feira queremos você em casa, em Milão.

Em uma semana estava fechando a mala, pois Nícolas e Luan estavam a caminho, para irmos ao aeroporto onde encontraríamos os outros. Pouco tempo depois chegaram e partimos, porem ao chegar não sabia ao certo o que estava acontecendo, descemos e com o carrinhos de malas vimos uma movimentação de jornalistas e fotógrafos,  no canto o segurança de Thiago, ele veio em nossa direção calmamente, se aproximou disfarçando;

- Não olhem para os lados, continuem em frente.

Disse ele do nosso lado, quando os outros se aproximaram, os jornalistas virão, mas já estávamos dentro da proteção do embarque, passando ao lado deles, ouvimos muitas perguntas algumas se sobressaiam;

- Cauê, Cauê, como foi descobrir que seu irmão é fruto de uma união homoafetiva?

Nícolas com seu jeitão se aproximou e me abraçou como ato de proteger e passando já entrando, lembro que o microfone bateu no meu peito, e a pergunta chegou nos meus ouvidos;

- Quando foi que você percebeu que tinha dois pais?

Olhei para o jornalista, Nícolas o empurrou e Thiago se aproximou;

- Vamos garotos.

Eu forcei e me virei;

- E você quando foi que percebeu que tinha um pai e uma mãe?

Os microfones se voltaram para ele, com a feição pálida não respondeu, ouvi o Thiago falar “Poderia ter ficado sem essa”, ao me abraçar e descemos para a pista.

- Tenho uma surpresa para vocês.

Luan e meu pai o Gabriel olharam para Thiago, que abraçava o Nícolas;

- Um avião?

- Não, um jatinho, mas...

- Thiago, quer me deixar mais preocupado que estou?

Luan perguntou já preocupado, meu pai, sorriu com uma feição diferente, o meu irmão, já sabem né, quase pulou de alegria.


#Eduardo

- Será que vão demorar?

- Não sei Fabrício, mas... Chegaram.

Nícolas e Cauê entraram, e meu avô veio junto a Luan e Gabriel, entraram e olharam o jatinho comercial meu avo e Luan trocaram umas ideias com o comandante antes de irmos. Foi uma longa despedida. Até a comissária fechar a porta, para decolarmos.

Eu estava sentado em uma poltrona ao lado de Nícolas;

- Desde que entrei está preocupado, que foi Eduardo?

- Com aquele alvoroço no aeroporto a essa altura Agatha já sabe que vou viajar.

- Mano relaxa, elas devem estar aproveitando a Austrália e você ai, preocupado com nada, Eduardo, estamos indo para Cancún, sem pai, sem mãe, sem regras, tem ideia disso.

- Você está certo, preciso e vou relaxar e aproveitar.

Depois que decolamos fui ao banheiro, o Cauê estava lendo um livro, e o Fabrício fascinado com  tudo a sua volta, acho que até as nuvens deixava ele alegre, porem ele estava nervoso;

- Já voou antes?

- Não.

- Relaxa mano.

- To de boa.

- Se apertar mais a poltrona vai rasga o couro Fabrício.

Ele riu e o Nícolas foi pegar umas bebidas, "Novidade";

- Sei como relaxar ele, vamos fazer um brinde, peguem as taças, você Cauê, irá brindar com refrigerante, é menor de idade.

- Quantos anos você tem Nícolas?

- Pegue o meu champanhe.

- Vai dar bebida alcoólica pra ele Nícolas?

Perguntei segurando a taça de Cauê.

- Eduardo, ele bêbado é mais responsável que eu você e o Fabrício juntos. Pega Cauê.


#Matheus



Estava de frente ao portão de desembarque ao lado de Pedro, esperando ansiosamente por Agatha, era tanta saudade que escoria pelos olhos, kkkkk’, parecia que todos passavam pelo desembarque menos ela. Quase a ultima, já chorando, ao lado de Ayla, ela deixou a mochila e veio nos abraçar, o cheiro de filha, o cabelo, o toque, o olhar;

- Pai, Pai, Pai, senti tanta saudade...

Era tanto choro, que ficamos como pais corujas...

- Esse é o Luis, e a Ayla já conhecem.

- Prazer, sejam bem vindos, você é filho de?

- Heloísa, meu tio o Beto, deve conhecer?

- Assim, conheço bastante.

Tudo bem estava com ciúmes, afinal o garoto tinha a idade de Agatha e vir viajar junto, já desconfiei de algo;

- Desculpe mas vocês dois... não.

- Não, não, a fruta que ela gosta eu também aprecio.

- Assim, que alivio. Vamos pegar as malas, temos muito que contar.


#Luis


Já no caminho para a casa dos pais de Agatha, ela estava pouco cabisbaixa e meio que preocupada;

- Gata, está assim desde que saímos do Brasil, que foi ahn?

- Saudades do Eduardo, queria que ele estivesse vindo.

Ayla perguntou, como se soubesse de algo, como uma insinuação;

- Eles foram para onde mesmo?

- Para a fazenda da família de Marcelo, acho que vão passar alguns dias lá.

- Quem?

- Nícolas, Eduardo, Fabrício e Cauê.

O celular vibrou e recebi umas mensagens, respondi e quando ela terminou de dizer isso, vi as fotos dos garotos no aeroporto, logo relutei;

- Onde fica essa fazenda? Em Cancún?

- Não, interior do Rio.

- Ah, pois eles estão em Cancún querida, e você ai sofrendo.

Agatha olhou, Ayla puxou para ver, já conhecem as peças não é mesmo, aquela cara incrédula, e de que não estavam acreditando;

- Que safados, como tiveram a capacidade.

- Eu que o diga, nem para convidar a gente.

Falei, Ayla me cutucou e Agatha disse;

- Não vou ficar mal por eles, afinal, se quisessem que iríamos juntos deveriam ter falado antes, vamos aproveitar nossas férias como nunca também.

O pai dela, acho que Matheus olhou p

ara trás, nos sorrimos e eu perguntei par quebrar o gelo;

- Tem muitas boates gays por aqui?


#Fabrício


Desde o avião até o aeroporto era tudo magnífico, eu nunca presenciei tanto luxo, e não parou por ai, no caminho para o hotel a estrada era toda por uma especie de  ilha, dava para ver o mar, águas azuis cristalinas, os hotéis com formatos engraçados, e as ruas lotadas de pessoas, carros, as praias cheias, o tal evento havia começado um dia antes, então já estavam todos os hotéis abarrotados de jovens, como o Thiago disse ficamos hospedados no “Grand Oasis Cancún”, bem precisa explicar a grandiosidade do local, era de deixar qualquer um sem palavras,  a recepção havia muitas pessoas uma pequena fila para Check-in, e Nícolas deixa a bagagem dele no carrinho dizendo;

- Vou ir comprar algo pra comer fazem meu ckeck-in. Vamos Fabrício?

-Sim.

Atravessamos a rua do hotel, e andamos por uns dois quarteirões até achar um local que vendia estilo de Fast Food, porem especialistas em pizza, Nícolas comprou algumas e estava comendo no caminho;

- Me empresta seu celular, vou avisar minha mãe que cheguei.

- Pega aqui no bolso.

📷

Quando retornamos os meninos estavam no balcão Check-in foi ágil, Nícolas separou um quarto para cada um no mesmo corredor, a vista era incrível, sabem que quartos de hotéis são a 8° maravilha do mundo, já trocamos de roupas, do meu quarto dava para ver a piscina lotada com Dj animando a galera, me troquei e fui no quarto de Nícolas;

- Os meninos já desceram?

- Sim, vamos nessa.

Fechamos a porta e no meio do corredor, esperando os elevadores logo quando chegou havia duas garotas loiras dos olhos azuis, cara não da pra descrever, entramos e em poucos minutos uma delas puxou assunto, mas não entendi nada, Nícolas sorriu e beijou a garota que estava de frente pra ele, assim do nada, a outra menina mais meiga sorriu timidamente, me aproximei passei os dedos tirando seu cabelo dos olhos e aproximei mais ainda minha boca da dela.


#Nícolas


Da para explicar esse lugar? Não, sempre foi eu sonho desde que me entendo por gente, até ai tudo bem, no elevador no primeiro dia já peguei a primeira gringa, nada demais, a surpresa foi quando chegamos na piscina, só gente bonita e desconhecida, peguei uma bebida com os garçons que passavam com as bandejas, o Fabrício havia ficado para trás com a loirinha, peguei o copo com uma bebida vermelha e virei de uma vez, ao terminar Eduardo chega sem camisa;

- Nícolas, mano, olha aquilo cara.

Ele gritava comigo e custou falar, pois estava rindo muito, ele apontou para o palco onde havia o DJ, e em um espaço pouco mais a frente estava uns gringos com camisas de países e o Cauê com a camisa de futebol do Brasil, eu olhei aquilo como vocês leram, surpreso, era aparente que ele estava com vergonha, mas estava fofo, kkkkk’.

- Ele está bêbado?

-Não, bebeu só a taça no avião. Oi linda, He Beautiful.

Disse Eduardo virando e tentando beijar uma garota, ela recusou e saiu,

- E o papo da Agatha?

- Eu amo a Ayla cara entenda isso.

Fechei a feição, tipo, “Como Assim?” mas fomos interrompidos por Fabrício, que chegou pulando, e também Eduardo estava bêbado a esse ponto, culpa minha.

Era por volta de duas da tarde, ás seis eu ainda estava bebendo, dançando e de short, não sabia onde estava o Eduardo e nem o Fabrício, o Cauê havia arrumado uma garota bem gostosinha por sinal, e estava bem caidinho por ela, mesmo bebendo muito eu ainda estava “bem” na medida do possível, estava ótimo até ver o ápice da viagem acontecer diante dos meus olhos.

Eu estava próximo ao palco, e um locutor chegou e chamou algumas pessoas aleatórias, ele me chamou mas quando fui subir acabei caindo, o Fabrício foi na minha frente e não entendi muito bem, mas era uma gincana tinha dois caras e duas garotas, se as atividades forem feitas corretas elas teriam que beijar eles, e se fosse erradas homem beijava homem e mulher beijava mulher, e o Fabrício La em cima, olhem não me lembro de como foi ou do ocorrido, mas lembro perfeitamente do beijo que elas deram, bem gostoso e com mãos soltas, e claro Fabrício teve que beijar o cara, eles relutaram mas estavam bêbados não houve tanto impasse assim.

Eles se beijaram meio sem jeito, porem o “sem jeito” e desajeitado de boca e língua me deixou excitado, ao ponto de cair na piscina, para esfriar o sangue.

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