• @rgpatrickoficial

Apenas Hoje - Capítulo 23

Terminei o desenho que estava fazendo, bem não consegui terminá-lo, mas estava com a cabeça voando, Eduardo entrou na sala rapidamente, na verdade não entrou ele abriu a porta e segurou a porta;

- Miguel, preciso de você na minha sala.

- Já vou.

Fechei minhas coisas e peguei a agenda, estavam todos reunidos na sala dele, Agatha de pé olhando e passando uns slides, Fabrício sentado com Cauê e Eduardo com Cauã no skype;

- Me chamou Eduardo?

- Miguel seu passaporte está em dia?

- Sim, porque?

- Vamos pra Milão, meu pai quer lhe apresentar algumas pessoas.

- Tudo bem pra você Miguel?

Perguntou Cauã pela tela;

- Sim, Claro.

#Nicolas

- A melhor proteção é a defesa. Deitar no chão em horas de risco é o mais recomendável pra vocês.

- Mas tio e na guerra?

- Guilherme na guerra tu vai pra linha de frente, afinal foi escalado e na guerra nossa proteção é o ataque. Sei que é meio confuso mas gravem isso.

- Podemos levantar?

- Sim, rsrsrs, alguém ajuda a tia do apoio a se levantar coitada.

A sirene tocou e os meninos começaram a sair, peguei minhas coisas na gaveta e Thiago se aproxima;

- Vai me levar pra casa hoje tio?

- Sim, vou na direção, Thiago busque sua irmã.

Saímos e levei eles em casa, entreguei nas mãos de Ayla, ao descer no elevador Luis me liga;

- Amor vai jantar em casa?

- Sim estou saindo agora da casa de Ayla, chego em cinco minutos.

- Já que está no Leblon me pega aqui no fórum.

- Ah certo! Já chego.

Ao entrar no carro retirei minha arma da cintura e deixei livre no meu colo, pois não gosto que os meninos me vejam armado.

Para pegar Luis tinha que entrar no estacionamento do Fórum, ele entrou no carro pois já estava esperando;

- Oi.

- Oi! Eles vão conosco?

- Sim.

Bem saímos e a escolta logo atrás;

- Milão?

- Sim, falei com Cauê ele estava levando eles pro aeroporto, Cauã quer ajudar eles.

- Estranho o futebol do Thiago é no sábado. Eduardo não perderia.

- Então até comentei, e tem a semana de Paris, é em 10 dias.

- Olha eu não sei exatamente...

Dei seta para entrar no estacionamento do nosso prédio, o carro de escolta parou do outro lado da rua, no fim da rua um estilo de jipe aproxima muito rápido vindo da esquina, havia um carro na minha frente o cara estava parado. Tudo aconteceu muito rápido.

No retrovisor eu vi os caras levantando as armas. Para eles Luis estava na viatura, pois os policiais desceram ao carro parar abriram fogo contra o eles, o policial que estava de frente morreu na hora, o outro se protegeu atrás do carro. Quando desceram para atirar eu abri a porta do carro;

- Se abaixa.

Falei para Luis fechando ele dentro do carro, atirei no cara que estava ao lado de fora do carro, ele caiu no chão, e já fui atira do no cara do banco de traz, com isso o motorista se virou com uma sub-metralhadora, ele atirou na minha direção me protegi em um dos carros próximo, e ele saiu em disparada.

Esse não foi o porém, o motorista era o cara que sempre iria levar o filho do Pezão no colégio, ele saiu pois me reconheceu. Imediatamente abri a porta do meu carro pois ele acertoua vários disparos no veiculo;

- Luís, tudo bem?

- Sim.

- Chame ajuda rápido.

Desarmei o cara do chão, e olhei o policial, mas há estava morto, o outro policial se levantou tremendo de trás do veiculo;

- Tudo bem?

- Sim capitão. E Ele?

- Morreu.

Com a chegada da ajuda veio a força tarefa que estava envolvida, e claro alguns jornalistas;

- Coronel, temos que agir imediatamente.

- Não podemos Nicolas, não temos informações o bastante. Nem sabemos onde ele está.

- Eles já sabem de mim, o colégio está repleto de civis, guardas não usam armas, tem ideia do perigo que todos correm por lá.

- Não vamos agir Nicolas. As ordens vem direto do governo.

- O Caso do Pezão, traficante do Alemão está sob minha supervisão. Eu que sou o juiz que assina os mandatos.

Disse Luis, entrando na conversa;

- Amor, as ordens estão vindo diretamente do governo. Mesmo assim você não pode assiná-los.

- Eu consigo Nicolas.

Meu coronel olhou como eu, Luis então continuou;

- Quero que emita todos os mandatos, que irei assinar para vocês, precisamos agir, não podemos deixar chegar ao ponto de se aproximarem do colégio.

- Bem, como queira. Prepare sua equipe Nicolas.

- Sim senhor.

Vou resumir um pouco para entenderem o que ocorreu durante a noite.

Luis assinou todos os mandatos e foram feitos 4 prisões, o cara do carro não conseguimos prendê-lo, foi feito prisões na casa dele e em alguns possíveis locais onde ele estaria, mas sem sucesso.

Eu gostaria que já iriamos efetuar a principal que era na casa do Pezão tínhamos algumas informações do Guilherme, mas até Luis não queria arriscar com o pouco de provas que tínhamos.

Bem estava de madrugada, Luis deitou e eu fiquei na varanda fumando um cigarro;

- Amor vem deitar.

- Não consigo dormir.

- Esta preocupado com os meninos não é mesmo?

- Sim, cara...

Em seguida o telefone chamou, Luis atendeu e me passou;

- Nicolas.

- Pegamos ele.

- Sobe pro alemão, estou indo.

Desliguei o telefone e peguei minhas coisas e me vestindo;

- Vou com vocês.

- Não.

- Nicolas não manda em mim, eu vou com você.

- É perigoso Luis.

- Nicolas eu vou com você. Sem discussão.

Ahhhhhhhhh cara teimoso, entramos no carro e saímos, mandei subirem para o alemão para conseguir "interrogar" ele antes de levar ele para delegacia. Cheguei sendo guiado pelo rádio, eles estavam no topo do Alemão, em um lugar sem movimento lá, ao redor do cara, e ele algemado de joelhos no chão.

Desci do carro tirando a arma entreguei para Luis e dei um murro de direita na cara dele, que cuspiu sangue, me abaixei na frente dele sorrindo;

- Acha que me pegando vai conseguir alguma coisa?

- Até posso não conseguir as informações que preciso, mas se não colaborar, vou fazer com você aqui o que fez com vários viciados.

- O que quer saber?

- Onde está o Pezão?

Ele sorriu e disse;

- Pode me matar.

- Seria fácil demais, isso não me deixaria feliz.

Outro murro, ele caiu, e rindo, isso me deixava furioso;

- Nicolas vai matar ele.

- Tá rindo porque?

- Acha que vai conseguir pegar ele? Acha que não sabemos quem é você? Onde anda? Onde trabalha?

- Claro que sabem quem sou eu, porque sou eu que vou dar na cara daquele traficante filho da puta.

O cara sorrindo sem parar;

- Sua cabeça tem preço na cidade.

Olhei para Luis, e ele continuou;

- A sua também, é um ótimo preço.

Com a ameaça a Luis eu decide não avançar mais, peguei minha arma, coloquei na cintura, e o celular do policial;

- Coronel, Nícolas na linha.

- Essas horas Nícolas, tudo bem?

- Estamos com ele, o braço direito.

- Conseguiu alguma coisa?

- Não.

- A inteligência está rastreando o Pezão, temos algumas cartas na manga com os caras que pegamos.

- Já sei o que fazer aqui.

- Ok.

Desliguei o celular entregando a ele;

- A chave das algemas oficial.

- Aqui senhor.

- O que está fazendo?

Perguntou ele quando o soltei.

- Te soltando porque? Estão invadindo a casa dele agora não preciso mais de você. Poso até falar que você foi o x9 que contou onde ele estava. O que acha!

- Vão me matar, não podem me soltar.

Isso ele já estava de pé na nossa frente.

- Me diga algo que não sabemos.

- Só se me tirar da cidade.

- Beleza, o que sabe.

- Amanhã as oito da noite ele ele vai na casa da mãe, é aniversário dela. É eu sei que está blefando. Agora me tirem daqui.

- Como queira.

Peguei minha arma e apontei pra ele;

- Espera tínhamos um acordo.

- É eu estava blefando.

Atirei duas vezes, Luis chegou até a se virar, ao me aproximar ele ainda estava vivo, mais dois tiros.

- Cuidem dele.

Peguei o celular;

- Amanhã oito da noite.

- Deixe comigo.

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