• @rgpatrickoficial

Apenas Hoje - Capítulo 13

#Cauê

O despertador tocou bem de manhã, ao acordar ouvi o chuveiro ligado, fui sonolento e Isabella estava no banho, peladinha, aquela pele branca, o vapor da água tomava conta do banheiro;

-Posso entrar ai com você?

-Ainda pergunta?

Tirei minha cueca e entrei no box, beijando sua boca, elogiando ela claro, depois desci a mão pelas suas pernas e bunda;

-Safado, você em Cauê.

-É assim que você gosta, rsrsrs.

Transamos ali no banho, foi uma rapidinha, aquelas de tirar o folego, nos trocamos, bem já prontos peguei minhas coisas e ao sair do quarto Nícolas estava lendo jornal;

-Você se parece com seu pai.

Ele me olhou por cima do jornal e disse;

-Bom Dia, para vocês.

-Bom Dia Nícolas.

-Bom Dia Bela.

-Luiz está no trabalho?

-Sim, inventou em acompanhar uma internação acredita.

-Ele não vai aguentar um minuto.

-E eu não sei. Será algumas noites sem dormir.

-Não trabalha hoje?

-Sim, logo mais, e vocês?

-Eu estou indo pro shopping, minha mãe deve estar furiosa, olha as horas.

-Vou pro clube, pois tenho treino logo cedo. Vamos te levo.

Falei beijando Isabela, ela saiu foi pegar a bolsa no quarto, eu estava virando um copo de suco e Nícolas disse;

-Está usando camisinha Cauê?

-Sim. Inconveniente isso agora não acha?

-Se engravidar a garota, eu te mato e depois seu pai te mata.

Ela saiu do quarto e eu não me aguentei e disse em voz baixa;

-Parabéns, fez o funcionário do Eduardo se apaixonar por você.

Nícolas ficou pálido, sai deixando ele com a pulga atrás da orelha, deixei Isabella e fui para o estádio.

#Luis

-Sempre utilizam a escolta?

-Não senhor, ela está presente por sua presença.

Perguntei ao coordenador, que estava comigo estávamos indo a caminho do paciente para interna-lo, eu decidi acompanhar, para fazer meu trabalho certo, não sabia o que me esperava, estava com uma equipe de 3 seguranças e um coordenador, estávamos em uma van e uma viatura da policia militar nos acompanhando.

Paramos em uma casinha simples onde descemos;

-É aqui?

-A casa do familiar, que pediu a internação, mas já vamos entrar com atenção total, caso ele esteja aqui.

Ao bater na porta uma senhora magra de cabelos brancos abriu, nos recebeu e sentamos;

-Dona Maria este é o Juiz Luiz Tavares, veio para acompanhar e a internação do Pedro, tudo bem que nos acompanhe.

-Sim, claro.

Foi feita uma breve entrevista com ela, e quando entendi a questão coloquei os papeis na mesa;

-Porque a senhora tomou essa decisão?

-Porque não quero receber a noticia que meu filho foi morto na rua seu juiz, ele pode ser o que for, mas é meu filho.

-Ele já efetuou furtos contra a senhora?

-E, é o que mas faz, entra e rouba as coisas aqui de casa, da casa do irmão, eu até tranco a porta, mas ele entra por aquela janela.

-A senhora tem certeza que quer isso, a partir do momento que assinar essa papelada, seu filho não terá mais poder sobre a vida dele, será administrada pelo poder maior do estado, até que esteja recuperado.

-Sim, tenho. Pelo menos lá sei onde ele vai estar.

Assinei duas folhas e entreguei para ela, que assinou em lagrimas, o coordenador pegou os papeis, e questionei;

-E agora?

-Vamos passar por todos os locais, possíveis onde ele esteja e efetuar a internação. A partir daqui, vamos sem o carro da policia, eles chamam muita atenção, e entraremos na Cracolândia, é perigoso.

Eu nem quis comentar isso com o Nícolas, não liguei, nem nada, entrei no carro e partimos, foram, dois lugares onde ele parou desceu disfarçadamente e pediu informações, até que um mendigo informou algo, fomos para um terceiro lugar, onde deram a localização exata;

-Esta naquele hotel, com um senhor, se envolveu em uma briga e o homem levou para cuidar dele, bem vou falar com o proprietário do estabelecimento para efetuarmos a internação.

Ele saiu mas logo voltou, os seguranças se prepararam, a mãe dele ficou na porta do hotel, e subi as escadas junto a equipe;

-É neste quarto...

A camareira bateu na porta, e se afastou, o garoto abriu, e dois dos seguranças entraram segurando ele pelos braço, até caírem na cama, o garoto não teve chance, o senhor se levantou rapidamente;

-Fique calmo, na sua, não se mexa.

Disse o coordenador para o senhor que o acompanhava;

-Pedro está sendo internado como usuário de entorpecentes pelo seu estado, conforme solicitação da senhora sua mãe e com a autorização do Juiz Luiz Tavares que aqui se encontra.

Ele foi falando, mas era algo tão tenso, o garoto estava utilizando cocaína na hora, então conduzimos ele no auge da droga em seu organismo.

Durante o caminho ele nos acusou de sequestro, com razão não é mesmo, afinal não estávamos uniformizados, ele xingou e tentou agredir a mãe, mas sem sucesso estava imobilizado. Dei a oportunidade de ligar para o seu irmão, ele contou tudo, eu falei com o outro garoto, que apoiou a internação ai ele ficou mais agressivo ainda;

-Isso é para seu bem.

-Bem? Vão me deixar em um quarto, e me dopar, enquanto eu estiver babando no chão está bom para vocês, amarrado como um cachorro. Eu não quero ir, me solta.

-Isso é verdade?

Perguntei ao coordenador.

-Sim, nesta situação ele precisará ser dopado, está muito agressivo e pode fazer mal para pessoas ao seu redor.

-Não ofereço perigo a ninguém, você está errado, me solta.

-Você não manda mais em sua vida Pedro, me desculpe.


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